Os Estados Unidos vão reduzir o número de tropas na Síria de cerca de 2.000 para menos de 1.000 nos próximos meses. O Pentágono anunciou essa mudança para concentrar as forças em locais estratégicos e continuar os ataques contra o Estado Islâmico, que ainda é uma ameaça na região. A presença militar americana na Síria existe há anos para combater o grupo jihadista, que se aproveitou da guerra civil síria. Apesar de ter perdido território, o EI ainda atua em áreas rurais da Síria e do Iraque, e as forças americanas seguem realizando operações para evitar seu ressurgimento.
Estados Unidos reduzirão o número de tropas na Síria para menos de mil militares. O Pentágono anunciou a medida nesta sexta-feira, visando consolidar as forças em locais estratégicos e continuar os ataques contra o Estado Islâmico (EI). A redução ocorrerá nos próximos meses.
A presença militar americana na Síria tem como objetivo combater o grupo jihadista EI, que se aproveitou da guerra civil síria para expandir suas operações. Washington mantém tropas no país há anos, em conjunto com esforços internacionais contra a organização terrorista.
O grupo EI, apesar de derrotas significativas, ainda representa uma ameaça na região. Surgiu do caos da guerra civil síria e chegou a dominar amplas áreas na Síria e no Iraque há mais de uma década. Em 2017, o governo iraquiano declarou vitória sobre o grupo.
De acordo com o porta-voz do Pentágono, Sean Parnell, a consolidação das forças é um processo intencional. A ação visa diminuir a presença americana na Síria, mas não interromperá os ataques contra os remanescentes do EI. O Comando Central dos Estados Unidos continuará preparado para realizar ofensivas.
A ofensiva do EI em 2014 desencadeou uma campanha aérea liderada pelos Estados Unidos. A ação contou com o apoio de forças terrestres locais, incluindo as Forças Democráticas Sírias (FDS), lideradas por curdos. Em 2019, as FDS proclamaram a derrota do “califado” do grupo.
Apesar da perda de território, combatentes do EI ainda atuam em zonas rurais da Síria e do Iraque. As forças americanas continuam a realizar ataques e incursões para impedir o ressurgimento da organização terrorista.
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