Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Guiana reafirma disputa territorial com a Venezuela em meio a apelos da China por negociações

Guiana reafirma que disputa com a Venezuela está na Corte Internacional de Justiça e critica silêncio da China sobre eleições na região.

0:00
Carregando...
0:00

O governo da Guiana reafirmou que a disputa territorial com a Venezuela sobre a região de Essequibo está sendo analisada pela Corte Internacional de Justiça. A declaração veio após o encarregado de negócios da China, Huang Rui, sugerir que as duas nações deveriam negociar para resolver o conflito. Huang Rui disse que a China espera que a Guiana e a Venezuela dialoguem, mas destacou que Pequim não se envolve em assuntos internos de outros países. A Guiana criticou a China por não se manifestar sobre as eleições que a Venezuela planeja realizar na região de Essequibo. A Venezuela pretende eleger autoridades para a área pela primeira vez e já nomeou um candidato. A Guiana baseia sua reivindicação na decisão de 1899, enquanto a Venezuela rejeita essa decisão e defende um acordo de 1966 como base para uma solução negociada.

Guiana contesta apelo chinês por negociação na disputa com Venezuela

O governo da Guiana reafirmou, em comunicado divulgado na quinta-feira, que a disputa territorial com a Venezuela sobre a região de Essequibo está sob análise da Corte Internacional de Justiça (CIJ). A manifestação ocorre após o encarregado de negócios chinês no país, Huang Rui, sugerir negociações como forma de solucionar o conflito.

Huang Rui afirmou que a China espera que Guiana e Venezuela resolvam a disputa por meio de diálogo, ressaltando, no entanto, que Pequim não interfere em assuntos internos de outros países. A declaração gerou reação imediata das autoridades guianesas.

A região de Essequibo, com 160 mil quilômetros quadrados, é alvo de disputa há séculos, intensificada após a descoberta de vastos depósitos de petróleo na área, há dez anos. O Ministério das Relações Exteriores da Guiana enfatizou que o caso está pendente na CIJ.

Posição da Guiana é clara, segundo o secretário de Relações Exteriores, Robert Persaud. Ele criticou a China por não se posicionar sobre as eleições regionais e parlamentares planejadas pela Venezuela para a região de Essequibo, em 25 de maio.

A Venezuela planeja eleger autoridades para a região de Essequibo pela primeira vez, nomeando o almirante Neil Villamizar, ex-comandante da Marinha, como candidato. Georgetown, que atualmente administra o território, baseia sua reivindicação em uma decisão de 1899.

A Venezuela rejeita a jurisdição da decisão de 1899 e defende um acordo de 1966 com o Reino Unido, assinado antes da independência da Guiana, como base para uma solução negociada. O governo guianês questiona a postura da China, cobrando um posicionamento sobre a eleição venezuelana na região.

Relacionados:

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais