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Forças armadas das Filipinas e dos EUA realizam exercícios militares para conter China

Exercícios militares entre Filipinas e EUA visam conter ambições da China no Mar da China Meridional, com 17 mil soldados em ação.

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As Filipinas e os Estados Unidos começaram exercícios militares conjuntos chamados “Balikatan”, que significa “ombro a ombro”. Cerca de 17 mil soldados estão participando dessas manobras, que vão durar três semanas e incluem, pela primeira vez, um exercício de defesa aérea e antimísseis. O presidente das Filipinas, Ferdinand Marcos, assistiu a demonstrações de armas americanas, como um sistema de mísseis antinavio. Segundo um oficial americano, o objetivo é mostrar que os dois países estão prontos para manter um tratado de defesa que existe desde 1951. Um oficial filipino afirmou que os exercícios ajudarão o país a enfrentar desafios de segurança, especialmente com as tensões com a China no Mar da China Meridional. Desde que Marcos assumiu a presidência em 2022, a colaboração militar entre as Filipinas e os EUA tem aumentado para equilibrar a influência da China na região.

Filipinas e EUA iniciam exercícios militares conjuntos em meio a tensões no Mar da China Meridional. As forças armadas de ambos os países deram início a manobras que simulam um cenário de batalha, com o objetivo de conter as ações da China na região disputada.

Os exercícios “Balikatan”, que significam “ombro a ombro”, contam com a participação de aproximadamente 17 mil soldados e se estenderão por três semanas. A edição deste ano inclui, pela primeira vez, um exercício integrado de defesa aérea e antimísseis.

O presidente filipino, Ferdinand Marcos, acompanhou a demonstração de armas complexas americanas, como o sistema de mísseis antinavio NMESIS. O equipamento foi posicionado próximo a um ponto estratégico que separa o norte das Filipinas da ilha de Taiwan.

De acordo com o tenente-general americano James Glynn, as manobras visam demonstrar a disposição e a capacidade de manter o tratado de defesa mútua em vigor desde 1951. O acordo reforça a aliança entre os dois países.

O major-general filipino Francisco Lorenzo complementou que os exercícios fortalecerão a capacidade do país de lidar com os “desafios de segurança contemporâneos”. As Filipinas têm enfrentado confrontos com a China em áreas disputadas no Mar da China Meridional.

Desde que Ferdinand Marcos assumiu a presidência, em 2022, a cooperação militar entre Filipinas e EUA tem se intensificado. A parceria busca equilibrar a influência chinesa na região. Os exercícios “Balikatan” são realizados anualmente, mas ganham destaque em um contexto de crescente tensão geopolítica.

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