O Papa Francisco reafirmou seu apoio aos migrantes em uma visita recente ao Centro Astalli, em Roma, e durante sua turnê pela África. Em 2016, ele já havia acolhido doze migrantes em Lesbos, durante a crise migratória na Europa, e disse a eles que não estavam sozinhos, pedindo que mantivessem a esperança. Ele levou consigo uma família síria, escolhida com a ajuda da comunidade católica Sant’Egidio. Wafaa Eid, uma das migrantes, descreveu o Papa como um anjo que mudou suas vidas. O Centro Astalli, que ajuda refugiados em Roma, oferece cerca de trezentas refeições diárias e serviços de saúde e assistência legal. O padre Camillo Ripamonti, presidente do centro, destacou a importância do apoio do Papa em um momento em que as fronteiras na Europa estão se fechando. Durante sua turnê pela África, o Papa se encontrou com migrantes, incluindo Cedric Musau Kasongo, da República Democrática do Congo, que se sentiu reconhecido ao cumprimentá-lo. As ações do Papa são vistas como um chamado à empatia em um cenário de políticas migratórias mais rígidas na Europa.
O Papa Francisco reafirmou seu apoio aos migrantes em recente visita ao Centro Astalli, em Roma, e durante sua turnê pela África. Em 2016, ele já havia demonstrado solidariedade ao acolher doze migrantes em Lesbos, durante a crise migratória na Europa.
Na visita a Lesbos, o Papa declarou: “Vocês não estão sozinhos” e pediu que os migrantes não perdessem a esperança. Ele levou consigo doze refugiados, incluindo uma família síria, escolhidos com a ajuda da comunidade católica Sant’Egidio. Wafaa Eid, uma das migrantes, descreveu o Papa como “um anjo” que mudou a vida dela e de sua família.
O Centro Astalli, que atende refugiados em Roma, serve cerca de trezentas refeições diárias e oferece serviços de saúde e assistência legal. O presidente do centro, padre Camillo Ripamonti, destacou a importância do apoio do Papa em um momento de fechamento de fronteiras na Europa.
Durante sua turnê pela África, o Papa se encontrou com migrantes, incluindo Cedric Musau Kasongo, da República Democrática do Congo. Ele expressou que se sentiu “realmente visto” ao cumprimentar o Papa, ressaltando a importância desse reconhecimento para os migrantes.
As ações do Papa Francisco são vistas como um apelo à empatia e à compaixão em um contexto de políticas migratórias cada vez mais rigorosas na Europa. A visita a Lesbos e o apoio contínuo a centros de acolhimento refletem seu compromisso com a causa dos refugiados.
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