O papa Francisco faleceu e um conclave foi convocado para escolher seu sucessor. O Colégio de Cardeais, com 252 membros, se reunirá em Roma para a votação marcada para 5 de maio, após um luto de nove dias. Sete cardeais brasileiros, incluindo dom Jaime Sprengler e outros arcebispos, podem votar. Os nomes de Peter Turkson e Pietro Parolin são considerados como possíveis novos papas. O conclave, que existe há oito séculos, permite a participação de cardeais com menos de 80 anos, totalizando 135 votantes. Serão feitas até quatro votações por dia, e se não houver um vencedor após 34 votações, os dois cardeais mais votados irão para um segundo turno. O novo papa deve ter um perfil semelhante ao de Francisco, focando em inclusão e justiça social. Na primeira reunião dos cardeais, foi decidido que Pietro Parolin presidirá a missa no segundo dia de luto e, após isso, os cardeais visitarão o túmulo de Francisco. Para ser eleito, o novo papa precisa de dois terços dos votos, ou seja, pelo menos 89 votos.
O papa Francisco faleceu, resultando na convocação de um conclave para escolher seu sucessor. O Colégio de Cardeais, com 252 membros, se reunirá em Roma para a votação, que deve ocorrer em 5 de maio. Um luto de nove dias foi instituído após o enterro do papa.
Sete cardeais brasileiros estão aptos a votar, incluindo o presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Jaime Sprengler, e os arcebispos Sérgio Rocha, Odílio Scherer, Orani Tempesta, Leonardo Ulrich Steiner, João Braz de Aviz e Paulo Cezar Costa. Os nomes de Peter Turkson e Pietro Parolin são destacados como possíveis sucessores.
O conclave, que ocorre há oito séculos, é um processo onde os cardeais se reúnem a portas fechadas. Apenas os cardeais com menos de 80 anos podem participar da votação, totalizando 135 votantes. As regras permitem até quatro votações diárias, com pausas para orações se necessário. Se não houver consenso após 34 votações, os dois cardeais mais votados disputarão um segundo turno.
O perfil do novo papa deve ser semelhante ao de Francisco, que promoveu a inclusão e a justiça social. Os cardeais Leonardo Ulrich Steiner e Sérgio da Rocha são mencionados como favoritos nas apostas. Outros nomes cotados incluem Jean-Marc Aveline, Matteo Mariz Zuppi e Luis Antonio Tagle.
Na primeira Congregação Geral dos Cardeais, ficou decidido que Pietro Parolin presidirá a missa no segundo dia de luto. Após a missa, os cardeais visitarão o túmulo de Francisco. A votação ocorrerá na Capela Sistina, onde o novo papa precisará de dois terços dos votos, ou seja, pelo menos 89 votos.
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