O presidente Luiz Inácio Lula da Silva falou sobre a morte do Papa Francisco, desejando que o próximo Papa tenha o mesmo coração e os mesmos compromissos sociais que Francisco teve. Lula participou do funeral em Roma e destacou a importância do trabalho do Papa no combate à desigualdade. Ele também mencionou que não cumprimentou o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, durante a cerimônia, pois estava preocupado com a segurança na saída do evento. O ex-ministro Celso Amorim, que também esteve presente, comentou que a morte do Papa pode mudar o cenário global, especialmente em relação ao extremismo de direita. Amorim lembrou que Francisco foi um líder importante nas negociações de paz em conflitos como os da Ucrânia e Gaza, sempre acreditando que a paz é possível. Ele espera que o novo Papa continue o legado de Francisco e que seja alguém alinhado aos seus valores, ressaltando que a perda do Papa é significativa para a Igreja e para o mundo.
O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, expressou sua esperança de que o próximo Papa possua o “mesmo coração” que o Papa Francisco, falecido na última segunda-feira. Lula, que participou do funeral do pontífice em Roma, destacou a importância dos compromissos sociais de Francisco, especialmente no combate à desigualdade.
Em entrevista, Lula afirmou: “Quisera Deus que o próximo Papa fosse igual a ele, com os mesmos compromissos religiosos e sociais.” O presidente também comentou que não cumprimentou o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, durante a cerimônia, pois estava focado em questões de segurança na saída do evento.
Impacto da Morte de Francisco
O ex-ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, ressaltou que a morte do Papa pode ser um “divisor de águas” no cenário global, especialmente em relação ao crescimento do extremismo de direita. Amorim, que esteve presente no velório, afirmou que Francisco foi um líder engajado e um importante contraponto ao extremismo.
Amorim também destacou o papel do Papa nas negociações pela paz em conflitos como o da Ucrânia e Gaza. Ele lembrou que Francisco frequentemente afirmava que “a paz é possível,” enfatizando a influência positiva que a Igreja pode ter ao legitimar diálogos entre os envolvidos.
Legado e Futuro
O ex-ministro expressou sua expectativa de que o novo Papa, a ser escolhido no Conclave, “dê continuidade” ao legado de Francisco. Amorim mencionou que o pontífice atual é uma figura difícil de substituir e que torce para que o escolhido seja um cardeal alinhado aos valores de Francisco. Ele concluiu afirmando que a morte do Papa é uma perda significativa para a Igreja e para o mundo.
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