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Suspeito de atentado que matou general russo é preso pelo FSB em Moscou

FSB prende suspeito de atentado que matou general russo; ele afirma ter agido sob ordens de agente ucraniano. A guerra na Ucrânia intensifica ataques.

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O FSB da Rússia prendeu Ignat Kuzin, suspeito de causar a morte do general Yaroslav Moskalik em um atentado na região de Moscou. Kuzin confessou que plantou a bomba no carro do general sob ordens de um agente ucraniano chamado Vadim. Ele explicou em um vídeo como monitorou a rotina de Moskalik, comprou um carro usado e instalou os explosivos, que teriam sido fornecidos por agentes da Ucrânia. O FSB mostrou imagens da prisão de Kuzin e dos materiais usados na bomba. O governo ucraniano não comentou sobre o caso. Kuzin pode ser condenado à prisão perpétua por terrorismo e posse ilegal de explosivos. O general Moskalik, de cinquenta e oito anos, era vice-chefe da Diretoria Principal de Operações do Estado-Maior das Forças Armadas russas e tinha participado de negociações com a Ucrânia em 2015, além de ter ligações com a milícia Grupo Wagner. Este ataque se soma a uma série de assassinatos de figuras importantes na Rússia desde o início da guerra na Ucrânia em fevereiro de 2022.

O Serviço Federal de Segurança (FSB) da Rússia anunciou a prisão de Ignat Kuzin, suspeito de ser o responsável pelo atentado que resultou na morte do general Yaroslav Moskalik. O ataque ocorreu na sexta-feira, na região de Moscou, quando uma bomba foi detonada no carro do militar.

Kuzin, que teria vínculos com os serviços especiais ucranianos, confessou ter plantado a bomba sob ordens de um agente identificado como Vadim. Em um vídeo divulgado pelo FSB, ele detalhou como monitorou a rotina do general, adquiriu um carro usado e instalou explosivos. O material para a bomba, segundo Kuzin, foi fornecido por agentes ucranianos.

O FSB também apresentou imagens da prisão de Kuzin e dos itens utilizados na confecção da bomba. O governo ucraniano não se manifestou sobre o caso. O suspeito enfrenta acusações de terrorismo e armazenamento ilegal de material explosivo, podendo ser condenado à prisão perpétua.

O general Moskalik, de cinquenta e oito anos, era vice-chefe da Diretoria Principal de Operações do Estado-Maior das Forças Armadas russas. Ele havia participado de negociações com a Ucrânia em dois mil e quinze e tinha ligações com a milícia Grupo Wagner. Este assassinato se junta a uma série de ataques a figuras proeminentes da política e do exército russo desde o início da guerra na Ucrânia, em fevereiro de dois mil e vinte e dois.

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