Doze militares do Níger foram mortos em um ataque de jihadistas na região de Tillabéri, perto da fronteira com o Mali. O ataque aconteceu na sexta-feira, quando uma unidade antiterrorista foi emboscada por terroristas que se escondiam em acampamentos civis. Após o ataque, as forças armadas nigerinas conseguiram capturar dois suspeitos, enquanto outros fugiram. O exército chamou a ação de covarde e destacou o sacrifício dos soldados. A região de Tillabéri tem sido frequentemente atacada por grupos jihadistas, como os da Al Qaeda e do Estado Islâmico. Desde o início de 2023, o Níger é governado por uma junta militar após um golpe que depôs o presidente Mohamed Bazoum, e o novo governo enfrenta grandes desafios na luta contra a violência na região do Sahel.
O exército do Níger anunciou que doze militares foram mortos em um ataque de combatentes jihadistas na região de Tillabéri, próximo à fronteira com o Mali. O ataque ocorreu na sexta-feira, quando uma unidade antiterrorista foi emboscada por terroristas que se escondiam em acampamentos civis.
Em resposta ao ataque, as forças armadas nigerinas capturaram dois suspeitos, enquanto outros conseguiram fugir para o norte do país. O exército classificou a ação como covarde, ressaltando o sacrifício dos soldados em defesa da nação.
O ataque aconteceu a cerca de dez quilômetros ao norte de Sakoira, em uma área que tem sido alvo frequente de grupos jihadistas, como os afiliados da Al Qaeda e do Estado Islâmico. A região de Tillabéri, assim como outras áreas fronteiriças com Mali e Burkina Faso, enfrenta uma crescente onda de violência.
Desde o início de 2023, o Níger está sob o controle de uma junta militar que tomou o poder após um golpe de Estado, deporando o presidente Mohamed Bazoum. O novo governo tem enfrentado desafios significativos na luta contra a insurgência jihadista, que tem se intensificado na região do Sahel.
Entre na conversa da comunidade