O Arcebispo Séamus Patrick Horgan, representante do Vaticano no Sudão do Sul, pediu aos líderes do país que honrem o legado do Papa Francisco, que pediu paz durante sua visita em 2023. Ele alertou que recentes confrontos entre grupos armados estão ameaçando o frágil acordo de paz de 2018. A violência aumentou em março, quando uma milícia aliada ao vice-presidente Riek Machar entrou em conflito com as forças armadas. O chefe da missão da ONU no Sudão do Sul, Nicolas Haysom, afirmou que o país está perto de um novo conflito civil. Durante uma missa em Juba, Horgan destacou que a mensagem do Papa, que pediu “não mais derramamento de sangue”, ainda é importante. O presidente Salva Kiir e o vice-presidente Taban Deng Gai, que estavam presentes, foram lembrados como líderes que devem buscar a reconciliação. O arcebispo da Igreja Episcopal do Sudão do Sul, Justin Badi Arama, disse que o acordo de paz está “seriamente doente” e pediu ao governo que trabalhe para revitalizá-lo. O Bispo Auxiliar da Arquidiocese de Juba, Santo Loku Pio, criticou a falta de resposta dos líderes ao apelo do Papa por paz e unidade. A missa contou com a presença de embaixadores e líderes religiosos, mostrando a importância da mensagem de paz em meio à instabilidade no Sudão do Sul.
O Arcebispo Séamus Patrick Horgan, representante do Vaticano em Sudão do Sul, pediu que os líderes do país honrem o legado do Papa Francisco ao promover a paz. Durante sua visita em 2023, o Papa clamou pelo fim do conflito. Recentes confrontos entre grupos armados ameaçam o já frágil acordo de paz de 2018.
A violência aumentou em março, quando uma milícia aliada ao vice-presidente Riek Machar entrou em conflito com as forças armadas. O chefe da missão da Organização das Nações Unidas (ONU) no Sudão do Sul, Nicolas Haysom, alertou que o país está “à beira de um retorno à guerra civil”. O arcebispo expressou sua preocupação com os relatos contínuos de violência.
Durante uma missa na Catedral de Santa Teresa, em Juba, Horgan destacou que a mensagem do Papa, que pediu “não mais derramamento de sangue”, continua relevante. O presidente Salva Kiir e o vice-presidente Taban Deng Gai, presentes na missa, foram lembrados pelo arcebispo como líderes que devem buscar a reconciliação.
Justin Badi Arama, arcebispo da Igreja Episcopal do Sudão do Sul, lamentou que o acordo de paz está “seriamente doente”. Ele pediu ao governo de unidade nacional que se empenhe para revitalizá-lo. O Bispo Auxiliar da Arquidiocese de Juba, Santo Loku Pio, criticou a indiferença dos líderes em relação ao apelo do Papa por paz e unidade.
A missa contou com a presença de embaixadores e líderes religiosos de diversas denominações, refletindo a importância da mensagem de paz em um contexto de contínua instabilidade no Sudão do Sul.
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