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Soldado americano vigia fronteira enquanto clima de medo afeta migrantes na região

Clima de medo e repressão marca a fronteira EUA-México, com deportações em massa e queda drástica nos cruzamentos irregulares.

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A situação na fronteira entre os Estados Unidos e o México piorou com as políticas de imigração do presidente Donald Trump. A presença de militares e o clima de medo resultaram em uma queda de 92% nos cruzamentos irregulares, com apenas 7.100 registros em março de 2025, o menor número em décadas. Em Sunland Park, Novo México, soldados americanos vigiam a fronteira, enquanto veículos blindados monitoram a área. O muro construído por Trump ainda está em pé, simbolizando as tensões. As deportações aumentaram, fazendo com que muitos migrantes desistissem de cruzar. Cristina, uma brasileira indocumentada, vive com medo após a imigração ameaçar separar seus filhos. Oriana, uma venezuelana, teme pela segurança de sua família, enquanto seu marido fugiu para evitar a deportação. As medidas severas de Trump geraram insegurança, afetando o comércio em El Paso, onde muitos negócios fecharam. Os abrigos de migrantes em Ciudad Juárez também têm menos pessoas, e os preços cobrados pelos traficantes de pessoas dobraram, dificultando a travessia. Eduardo, um jovem guatemalteco, sobreviveu a um ataque militar e ainda sonha em cruzar a fronteira, apesar dos riscos. A situação na fronteira é complexa, marcada pelo medo e incerteza para muitos migrantes que buscam uma nova vida nos Estados Unidos.

A situação na fronteira entre os Estados Unidos e o México se agravou com a intensificação das políticas de imigração sob a administração do presidente Donald Trump. A presença de militares e o clima de medo resultaram em uma queda de 92% nos cruzamentos irregulares, com apenas 7.100 registros em março de 2025, o menor número em décadas.

Em Sunland Park, Novo México, um soldado americano vigia a fronteira, enquanto veículos blindados Stryker estão posicionados para monitorar a área. O muro construído por Trump, que Biden tentou desmantelar, permanece como um símbolo das tensões. As deportações e a perseguição a imigrantes aumentaram, levando muitos a desistirem de suas tentativas de cruzar a fronteira.

Cristina, uma brasileira indocumentada, vive em constante temor após uma operação de imigração em sua casa. Ela relata que a polícia de imigração a ameaçou com a separação de seus filhos. Desde então, Cristina se sente como uma prisioneira, usando um dispositivo de rastreamento que a obriga a se reportar às autoridades.

A situação é semelhante para Oriana, uma venezuelana que teme pela segurança de sua família. Seu marido, Luis, fugiu para evitar a deportação e agora trabalha na Venezuela. As draconianas medidas de Trump têm gerado um clima de insegurança palpável, afetando o comércio em El Paso, onde muitos negócios fecharam devido à queda no fluxo de clientes.

Os abrigos de migrantes em Ciudad Juárez também enfrentam uma drástica redução no número de pessoas. Os preços cobrados pelos “polleros” (traficantes de pessoas) dobraram, dificultando ainda mais a travessia. Eduardo, um jovem guatemalteco, sobreviveu a um ataque militar e ainda sonha em cruzar a fronteira, apesar dos riscos.

A situação na fronteira reflete um cenário complexo, onde o medo e a incerteza dominam a vida de muitos migrantes que buscam uma nova oportunidade nos Estados Unidos.

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