O Ministério das Relações Exteriores da China divulgou um vídeo desafiador em resposta à guerra comercial iniciada pelo presidente Donald Trump. No vídeo, a China afirma que não se submeterá a pressões dos EUA e compara ceder a um valentão a beber veneno para matar a sede. Embora não mencione diretamente as tarifas impostas pelos EUA, o vídeo critica as “agressões econômicas” dos Estados Unidos ao longo dos anos e se apresenta como um defensor do livre comércio. A mensagem pede que outros países não se alinhem automaticamente com Washington. O ministro das Relações Exteriores da China, Wang Yi, também comentou que ceder apenas tornará o agressor mais violento, mas acredita que o diálogo pode ajudar a resolver as diferenças. Enquanto isso, o secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, afirmou que o governo americano está em contato com a China, mas que cabe a Pequim tomar a iniciativa para reduzir a tensão na guerra comercial.
O Ministério das Relações Exteriores da China divulgou um vídeo desafiador em resposta à guerra comercial com os Estados Unidos, nesta terça-feira, 29. A mensagem, que não menciona diretamente as tarifas impostas pelo presidente Donald Trump, afirma que “ceder a um valentão é como beber veneno para matar a sede” e destaca que a China não se submeterá a pressões externas.
O vídeo, narrado em inglês e legendado em chinês, menciona casos históricos de “agressões econômicas” dos EUA contra outras nações, como a japonesa Toshiba e a francesa Alstom. A China se posiciona como um parceiro confiável e defensor do livre comércio global, afirmando que “permanecerá firme, não importa quão forte o vento sopre”. O conteúdo também pede que outros países não se alinhem automaticamente com Washington.
Mensagem do Ministro
O ministro das Relações Exteriores da China, Wang Yi, reiterou que concessões apenas encorajam o agressor, referindo-se às políticas tarifárias dos EUA. Ele enfatizou que o diálogo é essencial para resolver as diferenças. O secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, afirmou que o governo americano está em contato com a China, mas que cabe a Pequim dar o primeiro passo para reduzir a tensão.
A guerra comercial entre os dois países se intensificou com a imposição de tarifas altas por parte de Trump, que chegam a 145% sobre produtos chineses, enquanto a China retaliou com tarifas de 125% sobre produtos americanos. Apesar do tom desafiador do vídeo, não há menção direta a essas tarifas. A situação permanece tensa, com sinais ambíguos dos EUA sobre possíveis recuos nas sanções.
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