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Israel libera paramédico palestino após ataque que matou 15 socorristas em Gaza

Paramédico palestino é libertado após 37 dias de detenção; Israel admite falhas em ataque que matou 15 trabalhadores de emergência em Gaza.

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Um paramédico palestino chamado Assad al-Nsasrah foi libertado após 37 dias de detenção. Ele havia desaparecido durante um ataque das forças israelenses em 23 de março, que resultou na morte de 15 trabalhadores de emergência, incluindo 8 paramédicos do Crescente Vermelho Palestino, em Rafah, Gaza. O ataque gerou polêmica, pois os veículos estavam claramente identificados como ambulâncias. A investigação do exército israelense reconheceu “falhas profissionais” no ataque, mas o Crescente Vermelho Palestino rejeitou essas conclusões, afirmando que tentam justificar um crime de guerra. O exército inicialmente alegou que os veículos eram suspeitos, mas depois admitiu que houve um “mal-entendido operacional”. Os corpos das vítimas foram encontrados em uma vala comum, e a falta de responsabilização foi criticada por um funcionário da ONU, que alertou que isso enfraquece o direito internacional.

O paramédico palestino Assad al-Nsasrah foi libertado após 37 dias de detenção pelo Exército israelense. Ele havia desaparecido após um ataque em 23 de março que resultou na morte de 15 trabalhadores de emergência, incluindo oito paramédicos do Crescente Vermelho Palestino (PRCS), em Rafah, Gaza.

A investigação do Exército israelense reconheceu “falhas profissionais” no ataque, mas o PRCS rejeitou as conclusões, considerando-as uma tentativa de justificar um crime de guerra. O ataque ocorreu durante uma operação de resgate, onde ambulâncias claramente identificadas foram alvejadas. O PRCS afirmou que os veículos estavam com luzes de emergência ligadas.

Os corpos das vítimas foram encontrados em uma vala comum, junto com os veículos danificados. Munther Abed, um dos paramédicos sobreviventes, relatou que o grupo foi atacado com tiros diretos. A investigação militar inicialmente alegou que os veículos eram suspeitos, mas posteriormente admitiu erros operacionais.

O PRCS criticou a investigação, afirmando que ela distorce a verdade para proteger os soldados israelenses. A porta-voz da organização, Nebal Farsakh, declarou que o relatório é “inválido e inaceitável”, transferindo a responsabilidade para um erro de comando. A falta de responsabilização real foi destacada como um fator que enfraquece o direito internacional, segundo um funcionário da ONU em Gaza.

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