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China avalia negociações com EUA sobre tarifas após declarações de Trump

China avalia negociações sobre tarifas com os EUA, enquanto Trump demite assessor após vazamento de informações sigilosas.

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A China está pensando em negociar tarifas com os Estados Unidos, segundo o Ministério do Comércio. Isso acontece após Donald Trump e outros oficiais americanos falarem sobre conversas em andamento. A declaração da China fez as bolsas de valores subirem. Trump demitiu seu assessor de Segurança Nacional, Mike Waltz, por um erro que resultou no vazamento de informações sobre um ataque dos EUA ao Iémen. Um veleiro com ativistas, incluindo Greta Thunberg, foi atacado enquanto tentava levar ajuda a Gaza, mas não houve feridos. O governo de Israel não assumiu a responsabilidade pelo ataque. O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, anunciou um acordo com os EUA sobre exploração mineral, mas negou que isso seja um pagamento por ajuda militar. Um juiz do Texas decidiu que deportar imigrantes com base em uma lei antiga é ilegal, afirmando que o presidente não pode decidir sozinho quando usar essa lei.

O Ministério do Comércio da China anunciou que está avaliando propostas dos Estados Unidos para negociações sobre tarifas. A declaração foi feita após semanas de especulações sobre conversas entre os dois países. A notícia impulsionou as Bolsas de valores globalmente, com o índice Taiex, de Taiwan, subindo 2,7% e o Hang Seng, de Hong Kong, aumentando 1,7%.

Em meio a essa tensão, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, demitiu o assessor de Segurança Nacional Mike Waltz. A demissão ocorreu após Waltz ter acidentalmente incluído um jornalista em um grupo de mensagens que discutia um ataque planejado ao Iémen. Essa é a primeira mudança significativa na equipe de Trump, que enfrenta as piores taxas de aprovação de sua presidência.

Conflito em Gaza

Um veleiro com ativistas, incluindo a ambientalista Greta Thunberg, foi atacado por drones enquanto tentava levar ajuda à Faixa de Gaza. O incêndio no navio, que partiu de Malta, foi controlado com a ajuda de um petroleiro. A missão tinha como objetivo desafiar o bloqueio israelense e facilitar a entrada de ajuda humanitária, que está sendo negada há dois meses.

Acordo com a Ucrânia

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, celebrou um acordo com os Estados Unidos sobre a exploração de recursos minerais do país. Zelensky afirmou que o acordo não deve ser interpretado como um pagamento por ajuda militar, como sugerido por Trump. Os lucros da exploração serão investidos na reconstrução da Ucrânia por dez anos antes de serem divididos entre os dois países.

Decisão Judicial no Texas

Um juiz federal do Texas declarou ilegal a deportação de imigrantes com base na Lei de Inimigos Estrangeiros de mil setecentos e noventa e oito. A decisão, que questiona a autoridade de Trump para invocar a lei, afirma que a entrada de imigrantes não pode ser considerada uma “invasão”. O juiz Fernando Rodriguez destacou que a definição de invasão deve envolver uma ação militar organizada.

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