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Macron é acusado de tentar influenciar escolha do novo papa antes do conclave

Macron se reúne com cardeais e levanta suspeitas de influência na escolha do novo papa, enquanto o conclave se aproxima.

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Emmanuel Macron, presidente da França, está sendo acusado de tentar influenciar a escolha do novo papa, que será feita em um conclave a partir de 7 de novembro. Ele se reuniu com cardeais franceses em Roma, o que gerou suspeitas sobre suas intenções. Durante um jantar na embaixada da França, Macron se encontrou com quase todos os cardeais do país, e a imprensa italiana destacou essa movimentação como uma tentativa de interferência. Além disso, ele almoçou com o historiador italiano Andrea Riccardi enquanto o papa Francisco ainda era enterrado, o que foi visto como uma estratégia para apoiar um candidato italiano, caso um francês não seja escolhido. Riccardi é próximo do papa falecido e ajudou a formar Matteo Maria Zuppi, um dos favoritos para o cargo. A Itália não tinha um papa italiano há 47 anos, e a primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, não apoia Zuppi, que é considerado mais progressista. O cardeal Jean-Marc Aveline, da França, também é um dos candidatos, mas sua falta de fluência em italiano pode prejudicar suas chances.

Recentes movimentações do presidente da França, Emmanuel Macron, geraram rumores sobre uma possível tentativa de interferência na escolha do novo papa. O conclave está agendado para começar no dia 7 de novembro, após a morte do papa Francisco. Macron se reuniu com cardeais franceses em Roma, o que levantou suspeitas sobre sua influência no processo.

O jantar ocorreu na Villa Bonaparte, embaixada francesa na Santa Sé, e foi revelado pelo jornal *El País*. A imprensa romana destacou a reunião, com manchetes como “Ativismo de Macron para eleger o papa” e “Macron quer entrar no conclave”. Além disso, o presidente francês almoçou com o historiador italiano Andrea Riccardi enquanto o papa Francisco ainda era enterrado, o que foi interpretado como uma negociação para apoiar um candidato italiano.

Matteo Maria Zuppi, atual presidente da Conferência Episcopal Italiana, é considerado um dos favoritos. A Itália não tem um papa desde João Paulo I, que faleceu 33 dias após sua posse. A primeira-ministra da Itália, Giorgia Meloni, no entanto, descartou apoiar Zuppi, que possui uma mentalidade mais aberta do que a de Francisco.

O cardeal Jean-Marc Aveline, de Marselha, também é cotado, mas sua falta de fluência em italiano pode ser um obstáculo. Essa situação pode ter motivado a movimentação de Macron, que busca fortalecer a posição de um candidato italiano caso a escolha de um francês não seja viável.

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