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Estados Unidos fecham escritório de Assuntos Palestinos e integram à embaixada em Jerusalém

Fechamento do Escritório de Assuntos Palestinos pelos EUA pode intensificar tensões com os palestinos em meio ao conflito em Gaza.

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O Secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, anunciou o fechamento do Escritório de Assuntos Palestinos, que será integrado à embaixada dos EUA em Jerusalém. Segundo a porta-voz do Departamento de Estado, Tammy Bruce, essa mudança visa criar uma missão diplomática unificada em Israel, mas pode piorar as relações com os palestinos, especialmente em um momento de intensificação do conflito em Gaza. A decisão acontece após Israel aprovar planos para expandir suas operações militares na região. O fechamento do escritório dificulta o contato direto dos palestinos com o governo dos EUA, algo que já havia sido afetado na administração Trump, quando o consulado geral foi fechado. A situação se agrava com o bloqueio de Gaza, que já dura três meses e resultou na morte de mais de 52 mil palestinos desde o início da guerra.

O Secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, anunciou o fechamento do Escritório de Assuntos Palestinos, que será fundido à embaixada dos EUA em Jerusalém. A decisão foi comunicada pela porta-voz do Departamento de Estado, Tammy Bruce, durante uma coletiva de imprensa.

Bruce afirmou que a medida visa restaurar a estrutura diplomática da primeira administração Trump, onde a embaixada em Jerusalém reporta diretamente ao embaixador dos EUA. Segundo ela, o fechamento não reflete uma falta de compromisso com os palestinos, mas sim uma reorganização para garantir que os interesses da embaixada funcionem de forma integrada.

A decisão ocorre em um momento delicado, com o aumento das tensões em Gaza. Um dia antes do anúncio, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, declarou que não haveria “entradas e saídas” em Gaza, enquanto o ministro das Finanças, Bezalel Smotrich, afirmou que Israel finalmente conquistaria a região. Desde o início do conflito, mais de 52 mil palestinos foram mortos, segundo o Ministério da Saúde da Palestina.

Durante a primeira administração Trump, o consulado geral em Jerusalém foi fechado e transformado na Unidade de Assuntos Palestinos, dificultando o diálogo direto dos palestinos com Washington. A nova medida de Rubio parece intensificar essa dificuldade, especialmente considerando o histórico de Mike Huckabee, que liderará a implementação da fusão e já declarou que “não existe realmente um palestino”.

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