Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Grupo de profissionais de arte pede expulsão da Rússia do ICOM por violações éticas

Profissionais de arte exigem a expulsão da Rússia do ICOM por violações éticas, ameaçando ação judicial na França.

0:00
Carregando...
0:00

Um grupo de profissionais de arte pediu a expulsão da Rússia do Conselho Internacional de Museus (ICOM) por violar seu código de ética. Eles ameaçaram levar a organização a tribunal na França se não houver ação. Em uma carta aberta, os profissionais afirmaram que a Rússia tem destruído a identidade cultural da Ucrânia desde a invasão em 2022. O grupo, que inclui historiadores de arte e representantes de museus, destacou que a Rússia tem se apropriado de bens culturais ucranianos e destruído locais importantes, com evidências documentadas pela UNESCO. Eles pedem que os membros do ICOM enviem cartas à presidente da diretoria executiva, solicitando a expulsão da Rússia. Um dos signatários mencionou que o grupo busca duas ações concretas: excluir ICOM Rússia e os funcionários envolvidos no saque de coleções ucranianas. Ele acredita que a falta de resposta do ICOM se deve a influências e corrupção. Este não é o primeiro problema levantado sobre o ICOM Rússia, que já foi acusado de não agir contra a destruição do patrimônio cultural ucraniano.

Um grupo de profissionais de arte solicitou a expulsão da Rússia do Conselho Internacional de Museus (ICOM) por violar seu código de ética. A demanda foi formalizada em uma carta aberta publicada na revista Le Monde. Os signatários ameaçam levar a organização a tribunal na França se não houver ação.

O advogado Christian Castagna, da ONG For Ukraine, Their Freedom, and Ours!, afirmou que o ICOM, como uma organização não governamental regida pela legislação francesa, deve respeitar seus próprios estatutos. A carta destaca que a expulsão da Rússia é uma expectativa mínima de uma instituição dedicada à proteção do patrimônio cultural.

Os profissionais de arte alegam que a Rússia tem “apagado sistematicamente a identidade cultural da Ucrânia” desde o início da invasão em 2022. Entre os signatários estão o historiador de arte Konstantin Akinsha e Francesca Thyssen Bornemisza, fundadora da Museums for Ukraine. O documento menciona a “forte base para a responsabilização legal”, citando a apropriação de bens culturais e a destruição de locais históricos na Ucrânia.

Medidas Propostas

Os signatários pedem que os membros do ICOM enviem cartas à presidente do conselho executivo, Emma Nardi, exigindo a expulsão da Rússia. Vitalit Tytych, da ICOM Ucrânia, destacou que o grupo busca duas ações concretas: a exclusão do ICOM Rússia e do pessoal envolvido no saque de coleções ucranianas. Ele mencionou que as opções são negociação ou processo judicial na França.

Tytych acredita que a principal barreira para a negociação é a “falta de disposição da liderança do ICOM” em agir, devido a influências e corrupção. Em assembleia geral em 2022, o ICOM já havia condenado a destruição do patrimônio ucraniano, mas não houve atualizações sobre a revisão do código de ética.

O ICOM não respondeu ao pedido de comentários sobre a carta aberta. A situação continua a gerar preocupações sobre a responsabilidade da comunidade internacional em relação às violações do patrimônio cultural na Ucrânia.

Relacionados:

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais