Julius Malema, líder do partido sul-africano Economic Freedom Fighters, foi negado um visto para participar de uma conferência na Universidade de Cambridge. Ele acredita que essa decisão é uma tentativa de silenciar sua voz. O governo britânico alegou que não conseguiu processar o pedido de visto a tempo devido a atrasos, incluindo feriados. Malema criticou a situação, dizendo que a delegação do EFF foi informada de que tudo seria resolvido, mas recebeu uma carta de recusa apenas horas antes da viagem. O alto comissário britânico na África do Sul se desculpou e afirmou que o governo reembolsará a taxa do visto.
Julius Malema, líder do partido sul-africano Economic Freedom Fighters (EFF), foi negado um visto para participar da conferência Africa Together na Universidade de Cambridge, marcada para dez de maio. Ele considera a decisão uma tentativa de silenciar sua voz, afirmando que o Reino Unido não apresentou justificativa substancial para a recusa.
Em uma carta vazada, o alto comissário britânico na África do Sul, Antony Phillipson, informou que o Home Office não conseguiu processar o pedido a tempo devido a atrasos. Malema criticou a situação, alegando que a delegação do EFF foi informada de que tudo seria resolvido, mas recebeu uma carta de recusa poucas horas antes da partida.
O EFF declarou que o alto comissário “atrasou ativamente” a aprovação do visto para impedir que Malema falasse na conferência. Phillipson expressou em sua carta que lamentava a situação e que o Home Office reembolsaria a taxa de solicitação. Ele reconheceu que a recusa seria “profundamente decepcionante”, especialmente considerando que a delegação havia solicitado o visto com antecedência.
Malema, conhecido por suas críticas ao imperialismo ocidental e pela defesa da nacionalização de terras na África do Sul, denunciou a recusa como inaceitável e “covarde”. A conferência, organizada pela African Society da Universidade de Cambridge, é um espaço importante para discutir questões africanas contemporâneas.
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