Líderes da Europa, incluindo Macron e Starmer, se reuniram em Kyiv para discutir um cessar-fogo de 30 dias entre Rússia e Ucrânia, apoiado por Donald Trump. Eles pediram um cessar-fogo total e incondicional, enquanto a Rússia continua atacando várias regiões da Ucrânia, resultando em mortes e destruição. Durante a reunião, a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, afirmou que a União Europeia está pronta para impor mais sanções se o cessar-fogo for violado. Apesar de um cessar-fogo temporário de 30 horas declarado por Putin, ambos os lados se acusam de descumprir. Enquanto isso, ataques russos continuam, com relatos de vítimas e danos em várias cidades ucranianas.
Líderes europeus se reuniram em Kyiv para discutir um cessar-fogo de 30 dias entre Rússia e Ucrânia, apoiados pelo ex-presidente dos EUA, Donald Trump. A reunião ocorreu após a formação de uma coalizão de países dispostos a avançar nas negociações de paz.
Os presidentes da França, Emmanuel Macron, e da Polônia, Donald Tusk, além do primeiro-ministro do Reino Unido, Sir Keir Starmer, participaram do encontro com o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky. A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, afirmou que a coalizão apoia um cessar-fogo “total e incondicional” e que a União Europeia (UE) está pronta para impor novas sanções caso o acordo seja violado.
A presença dos líderes europeus em Kyiv foi uma resposta simbólica ao encontro de mais de 20 líderes que se reuniram com o presidente russo, Vladimir Putin, em Moscou. Em uma declaração conjunta, os líderes europeus expressaram solidariedade à Ucrânia e pediram à Rússia que concordasse com o cessar-fogo para facilitar as negociações de paz.
Embora um cessar-fogo de 30 horas tenha sido unilateralmente declarado por Putin para marcar o Dia da Vitória, os combates continuam. Relatos de ataques russos em várias regiões da Ucrânia indicam que a situação permanece crítica. Na região de Sumy, uma mulher de oitenta e cinco anos foi morta e várias casas foram danificadas. Em Kostyantynivka, um ataque resultou em incêndios em prédios residenciais.
Enquanto isso, o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, afirmou que a Rússia está acostumada a sanções e que não se intimida com ameaças. O ex-presidente russo, Dmitry Medvedev, desconsiderou os planos de paz propostos pelos líderes europeus.
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