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Lula inicia visita à China para firmar parcerias e fortalecer laços comerciais

Lula chega à China para firmar parcerias e discutir acordos bilaterais com líderes chineses, incluindo Xi Jinping.

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva chegou à China após uma visita à Rússia, onde se encontrou com Vladimir Putin. Em Pequim, Lula está buscando novas parcerias e acordos de cooperação. Ele destacou a importância da China como o maior parceiro comercial do Brasil desde 2009. Lula chegou acompanhado da primeira-dama, Janja, e de uma comitiva de ministros e empresários. Sua agenda começa na segunda-feira com um seminário empresarial e inclui um discurso no IV Fórum China-Celac na terça-feira. Ele também terá reuniões com líderes chineses, incluindo o presidente Xi Jinping, e uma cerimônia de assinatura de acordos. Lula deve retornar ao Brasil na terça-feira após os compromissos.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva chegou a Pequim na noite de sábado, após uma visita à Rússia, onde se encontrou com o presidente Vladimir Putin. Em sua conta na rede social X, Lula anunciou que está na China para firmar novas parcerias e assinar acordos de cooperação. Ele destacou a importância da China como maior parceiro comercial do Brasil desde 2009.

A comitiva brasileira inclui a primeira-dama Janja da Silva, além de ministros e empresários. Lula compartilhou uma foto em que é recebido por crianças locais com flores. A agenda oficial do presidente começa na segunda-feira, com sua participação no encerramento do seminário empresarial China-Brasil.

Compromissos na China

Na terça-feira, Lula fará um discurso na abertura do IV Fórum China-Celac, que reúne países da América Latina e Caribe. Estão programados encontros bilaterais com líderes chineses, incluindo o presidente Xi Jinping e o primeiro-ministro Li Qiang. Uma cerimônia de assinatura de atos bilaterais e uma declaração conjunta à imprensa também estão previstas.

O presidente brasileiro busca discutir alternativas às tarifas impostas pelos Estados Unidos e ampliar as relações econômicas com a China. A ida de Lula à China é vista como um movimento estratégico em direção aos Brics, um bloco que inclui Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. Lula deve retornar ao Brasil na terça-feira, após os compromissos em Pequim.

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