Intensos combates ocorreram em Trípoli, na Líbia, levando à morte do comandante Abdulghani Kikli, de um dos grupos armados mais poderosos da cidade. A ONU expressou preocupação com a situação e pediu que todas as partes parassem de lutar e protegessem os civis, lembrando que ataques a civis podem ser considerados crimes de guerra. O governo local orientou hospitais a se prepararem para emergências e pediu que os cidadãos ficassem em casa por segurança. A Universidade de Trípoli suspendeu aulas e atividades administrativas. A Líbia vive um conflito político desde a queda de Gaddafi em 2011, com divisões entre o governo em Trípoli e outro em Benghazi.
A Missão de Apoio das Nações Unidas na Líbia (UNSMIL) pediu a desescalada da violência em Trípoli, onde intensos combates resultaram na morte do comandante Abdulghani Kikli, de um dos grupos armados mais poderosos da capital. A ONU expressou preocupação com a situação de segurança, destacando que os confrontos ocorrem em áreas densamente povoadas.
Os combates eclodiram em meio à divisão política que persiste desde a queda do ditador Moammar Gaddafi em 2011. A Líbia é governada pelo Governo de Unidade Nacional (GNU) em Trípoli e pelo Governo de Estabilidade Nacional em Benghazi. Apesar de um cessar-fogo em 2020, a luta pelo controle dos recursos de petróleo e gás continua.
A ministério da Saúde do GNU orientou hospitais e centros médicos a se prepararem para emergências. O ministério do Interior pediu que os cidadãos permaneçam em casa por questões de segurança. Além disso, a Universidade de Trípoli suspendeu atividades acadêmicas até novo aviso.
A instabilidade recente ocorre em um contexto em que a administração Trump considera deportar migrantes para a Líbia. Relatos indicam que a administração está em comunicação com o país para facilitar essas deportações, mas a Casa Branca não comentou sobre os planos.
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