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OTAN busca aumentar gasto em defesa para 5% do PIB até 2032, afirma Rutte

OTAN discute aumento do gasto em defesa para 5% do PIB, com apoio da Alemanha e proposta de Mark Rutte para 3,5% em defesa e 1,5% em segurança.

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O secretário-geral da OTAN, Mark Rutte, pediu que os países membros aumentem seus gastos com defesa, visando um novo objetivo de 5% do PIB até 2032. Rutte sugeriu que 3,5% sejam destinados a gastos diretos em defesa e 1,5% a questões de segurança mais amplas, como cibersegurança e infraestrutura. A Alemanha, por meio do ministro Johann Wadephul, apoiou essa proposta, destacando a necessidade de atender às demandas dos EUA. Rutte enfatizou que o atual compromisso de 2% é insuficiente e que mais países estão se comprometendo a aumentar seus gastos. A reunião em Antalya, na Turquia, foi um passo importante para discutir essas metas antes da cúpula da OTAN em junho na Haia.

O secretário-geral da OTAN, Mark Rutte, propôs um aumento significativo no gasto em defesa dos países membros, visando atingir 5% do PIB até 2032. A proposta foi apresentada durante uma reunião em Antalya, na Turquia, e inclui um plano de 3,5% para defesa e 1,5% para segurança ampla.

Rutte enfatizou que o atual compromisso de 2%, estabelecido em 2014, é insuficiente. Ele destacou que muitos países ainda não alcançaram essa meta, como a Espanha, que deve atingir 2% apenas em 2024. O ex-primeiro-ministro holandês celebrou que mais países estão se comprometendo com o aumento, incluindo Itália, Luxemburgo e Eslovênia.

A Alemanha, através do ministro das Relações Exteriores, Johann Wadephul, manifestou apoio à proposta de Rutte. Wadephul afirmou que a meta de 5% é uma resposta às demandas dos Estados Unidos, que há muito tempo exigem maiores investimentos em defesa dos aliados. O ministro francês, Jean-Noël Barrot, também considerou viável um aumento gradual até a meta proposta.

Durante a reunião, Rutte ressaltou a necessidade de um “caminho creível” para alcançar esses objetivos. Ele afirmou que a OTAN deve reforçar sua capacidade dissuasória, especialmente em um contexto de crescente tensão global. A próxima cúpula da Aliança, marcada para junho em Haia, será crucial para formalizar um novo plano de gastos.

Os ministros de Relações Exteriores discutiram a proposta de Rutte, que visa não apenas aumentar o gasto em defesa, mas também investir em áreas como cibersegurança e infraestrutura militar. O objetivo é garantir que a OTAN se torne mais forte e coesa, evitando que qualquer membro se torne um “elo fraco” na Aliança.

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