A polícia indiana matou 31 supostos rebeldes maoístas em uma operação considerada a maior contra a insurgência no país. A ação ocorreu ao longo de 21 dias na fronteira entre os estados de Chhattisgarh e Telangana. O ministro do Interior, Amit Shah, chamou a operação de um “avanço histórico” e destacou que não houve baixas nas forças de segurança. Durante a operação, 214 esconderijos e bunkers dos rebeldes foram destruídos, e várias explosivos foram recuperados. O governo indiano tem enfrentado grupos maoístas, conhecidos como Naxals, desde 1967, e a repressão tem sido criticada por ser excessiva. Apesar da queda nos ataques e mortes, muitos moradores em áreas afetadas ainda vivem com medo, enfrentando extorsão dos rebeldes e operações violentas do governo.
A polícia indiana eliminou 31 supostos rebeldes maoístas em uma operação considerada a maior já realizada contra a insurgência que afeta o país desde mil novecentos e sessenta e sete. A ação ocorreu ao longo de 21 dias na região da fronteira entre os estados de Chhattisgarh e Telangana, conforme informou o ministro do Interior, Amit Shah.
Shah descreveu a operação como um “avanço histórico”, destacando que as forças de segurança não sofreram baixas. A ação foi realizada na Colina Karreguttalu, um conhecido reduto dos maoístas. Durante a operação, foram destruídos 214 esconderijos e bunkers dos insurgentes, além da apreensão de centenas de explosivos.
O governo indiano enfrenta os grupos rebeldes, conhecidos como Naxals, que buscam derrubar o Estado e estabelecer uma sociedade sem classes. O primeiro-ministro Narendra Modi elogiou a operação, afirmando que ela demonstra que a campanha contra o naxalismo avança na direção correta.
Dados do Ministério do Interior indicam que os incidentes de violência por parte dos rebeldes caíram de 1.936 em dois mil e dez para 374 em dois mil e vinte e quatro. O número de mortes de civis e forças de segurança também teve uma redução de 85% nesse período. Apesar disso, moradores das áreas afetadas relatam viver em constante medo, enfrentando abusos tanto dos rebeldes quanto das forças governamentais.
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