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Gianni Infantino atrasa congresso da Fifa e gera crise com a Uefa e Concacaf

A Uefa protesta contra Gianni Infantino após atraso em congresso da Fifa por missão diplomática com Donald Trump. Crise à vista.

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Gianni Infantino, presidente da Fifa, atrasou sua chegada ao congresso da entidade no Paraguai em mais de duas horas para participar de uma missão diplomática com Donald Trump, o que gerou protestos da Uefa e descontentamento entre outras confederações. A Uefa criticou Infantino por priorizar interesses políticos em vez do futebol, e o presidente da confederação europeia, Aleksander Ceferin, liderou uma retirada de delegados durante o evento. A Uefa chamou a mudança de agenda de “profundamente lamentável”, afirmando que o congresso é um dos encontros mais importantes do futebol mundial. Delegados da Concacaf também deixaram o congresso, mostrando um descontentamento mais amplo. O secretário-geral da Fifa, Mattias Grafstrom, tentou minimizar a situação, dizendo que Infantino tinha assuntos importantes a tratar e que o congresso foi bom.

Um atraso de mais de duas horas do presidente da Fifa, Gianni Infantino, no congresso da entidade no Paraguai gerou uma crise diplomática no futebol internacional. Infantino chegou ao evento às 12h47, quando a abertura estava marcada para 10h30. O atraso ocorreu devido a uma missão diplomática com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, no Oriente Médio.

A Uefa, principal confederação europeia, criticou Infantino por priorizar “interesses políticos privados” em detrimento do futebol. O presidente da Uefa, Aleksander Ceferin, liderou uma retirada de delegados europeus durante um intervalo, deixando cadeiras vazias na plenária. A Uefa considerou “profundamente lamentável” a mudança de agenda, afirmando que o congresso é um dos encontros mais importantes do futebol mundial.

Além dos europeus, representantes da Concacaf, que abrange América do Norte, Central e Caribe, também deixaram o congresso, indicando um descontentamento mais amplo. O secretário-geral da Fifa, Mattias Grafstrom, tentou minimizar a situação, afirmando que o presidente tinha assuntos importantes a tratar e que o congresso foi bem-sucedido. Ele ressaltou que a Fifa mantém um bom relacionamento com a Uefa e seus membros europeus.

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