O chanceler do Irã, Abbas Araqchi, afirmou que o país não recebeu nenhuma proposta escrita dos Estados Unidos sobre seu programa nuclear, contradizendo o presidente Donald Trump, que disse ter enviado uma proposta durante sua visita aos Emirados Árabes Unidos. Araqchi mencionou que as mensagens dos EUA são confusas, mas o Irã está aberto a negociações, desde que suas demandas sejam atendidas. Trump, em Abu Dhabi, afirmou que o Irã deveria agir rapidamente para evitar problemas, enquanto um site noticiou que uma proposta foi entregue em uma reunião em Mascate, o que Araqchi negou. O Irã se reuniu com representantes da Alemanha, França e Reino Unido para discutir as negociações. As potências europeias estão preocupadas com a possibilidade de novas sanções se a segurança na Europa for ameaçada. Desde que os EUA saíram do acordo de 2015, o Irã aumentou seu enriquecimento de urânio para 60%, muito acima do limite anterior de 3,67%. O Irã insiste que seu programa é civil e não pretende desistir do enriquecimento, mas exige a retirada imediata das sanções que afetam sua economia. Um conselheiro do guia supremo do Irã, Ali Shamkhani, afirmou que o país está disposto a não fabricar armas nucleares e permitir inspeções internacionais, desde que as sanções sejam suspensas.
O chanceler do Irã, Abbas Araqchi, declarou que Teerã não recebeu nenhuma proposta escrita dos Estados Unidos sobre o programa nuclear. A afirmação surge após o presidente americano, Donald Trump, afirmar que havia enviado uma proposta durante sua visita aos Emirados Árabes Unidos. Araqchi destacou que as mensagens recebidas são “confusas e contraditórias”, mas reafirmou que o Irã está disposto a negociar, desde que suas demandas sejam respeitadas.
Trump, em sua passagem por Abu Dhabi, afirmou que o Irã tinha em mãos uma proposta e que deveria agir rapidamente para evitar consequências negativas. O site Axios relatou que uma proposta escrita foi entregue durante uma reunião em Mascate, mas Araqchi negou essa informação. O vice-ministro das Relações Exteriores do Irã, Kazem Gharibabadi, mencionou que o país se reuniu com representantes de Alemanha, França e Reino Unido em Istambul para discutir o andamento das negociações.
As potências europeias, que assinaram o acordo nuclear de 2015, estão preocupadas com a possibilidade de reimposição de sanções caso a segurança europeia seja ameaçada. Desde que os EUA abandonaram o acordo, o Irã aumentou seu enriquecimento de urânio para 60%, muito acima do limite de 3,67% estipulado anteriormente. Para a construção de armas nucleares, é necessário alcançar 90% de enriquecimento.
O Irã afirma que seu programa nuclear é de natureza civil e não pretende renunciar ao enriquecimento de urânio. Em contrapartida, exige a retirada imediata das sanções que afetam sua economia. Um conselheiro do guia supremo, Ali Shamkhani, afirmou que o Irã está disposto a não fabricar armas nucleares e permitir inspeções internacionais, desde que as sanções sejam suspensas.
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