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Negociações entre Rússia e Ucrânia em Istambul são ofuscadas pela ausência de Putin

Reunião em Istambul marca o retorno das negociações entre Rússia e Ucrânia, mas sem a presença de Putin. Conflito em Gaza agrava-se com mais de 300 mortes.

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Hoje, em Istambul, negociadores da Rússia e da Ucrânia se reuniram pela primeira vez desde 2022 para discutir uma trégua, mas a ausência de Vladimir Putin, que sugeriu a reunião, deixou as conversas sem grandes expectativas. O presidente ucraniano, Zelensky, foi até a cidade para o encontro, mas voltou para casa após saber que Putin não compareceria. Enquanto isso, Israel intensificou sua ofensiva na Faixa de Gaza, resultando em mais de 300 mortes em três dias, com a Defesa Civil palestina relatando 120 mortes nas primeiras 12 horas de hoje. A situação se agrava com relatos de fome entre os palestinos, que não recebem ajuda humanitária desde março. Em Abu Dhabi, Donald Trump comentou sobre a situação em Gaza, mas não deu detalhes sobre possíveis soluções. Israel afirma que tenta minimizar as vítimas civis e culpa o Hamas por usar a população como escudo humano.

Negociadores russos e ucranianos se reuniram hoje em Istambul, na Turquia, marcando o primeiro encontro desde 2022. As conversas visam discutir uma trégua no conflito, mas foram prejudicadas pela ausência do presidente russo, Vladimir Putin. Ele havia sugerido a reunião, mas não aceitou o convite do presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, para participar pessoalmente. Zelensky chegou a viajar para Istambul, mas retornou à Ucrânia após a confirmação da falta de Putin.

Imagens da TV estatal turca mostraram a delegação ucraniana em uniforme militar, enquanto os russos estavam vestidos de terno. O secretário de Estado americano, Marco Rubio, também está na cidade, mas não participa das negociações. Ontem, ele expressou ceticismo sobre um avanço significativo nas conversas, afirmando: “Espero estar 100% errado, mas não espero grandes notícias.”

Escalada em Gaza

Enquanto isso, Israel intensificou sua ofensiva na Faixa de Gaza, resultando em mais de 300 mortes em três dias. A Defesa Civil palestina reportou que mais de 120 pessoas foram mortas nas primeiras 12 horas de hoje. A escalada da violência ocorre em meio a relatos de fome generalizada na região, que não recebe ajuda humanitária desde março.

Federico Borello, diretor interino da Human Rights Watch, afirmou que “o bloqueio israelense foi além de uma tática militar para se tornar uma ferramenta de extermínio”. Israel, por sua vez, defende que tenta limitar as vítimas civis e acusa o Hamas de usar a população como escudo humano.

Situação Política na Bolívia

Em outro contexto, uma caravana de apoiadores do ex-presidente boliviano Evo Morales chegou a La Paz, onde ele deve formalizar sua candidatura à eleição presidencial de agosto. Morales enfrenta uma ordem de prisão por acusações de relações sexuais com uma menor durante seu último governo. O atual presidente, Luis Arce, também é candidato à reeleição, apesar de ter anunciado sua retirada da campanha.

Eleições na Europa

Neste fim de semana, Portugal, Polônia e Romênia realizam eleições que podem alterar o cenário político na Europa. Em Portugal, o atual primeiro-ministro, Luís Montenegro, é o favorito, enquanto na Polônia, Rafal Trzaskowski lidera as pesquisas. Na Romênia, George Simion, da direita radical, está à frente nas intenções de voto para o segundo turno.

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