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Colômbia solicita adesão ao banco dos Brics em busca de novas parcerias econômicas

Colômbia se une ao Novo Banco de Desenvolvimento, investindo US$ 512 milhões em infraestrutura e desafiando a influência dos EUA na região.

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A Colômbia anunciou que pretende se juntar ao Novo Banco de Desenvolvimento, conhecido como banco dos Brics, com sede na China. O presidente Gustavo Petro, durante uma visita a Xangai, disse que o país está disposto a investir 512 milhões de dólares no banco. Essa decisão é um passo importante para a Colômbia diversificar suas relações internacionais, já que é tradicionalmente aliada dos Estados Unidos. Petro também falou sobre a importância de projetos de infraestrutura, como um canal ou ferrovia de 120 quilômetros que ligará as costas atlântica e pacífica da Colômbia, o que ajudará o país a se tornar um ponto central no comércio entre a América do Sul e a Ásia. Com isso, a Colômbia se torna o segundo país da América Latina a buscar adesão ao NBD, depois do Uruguai. A decisão pode causar tensões com os EUA, que se opõem ao financiamento de projetos da China na região. Petro afirmou que a Colômbia tomará suas próprias decisões e que está aberta ao diálogo com os EUA e a China, mostrando uma nova fase nas relações internacionais do país.

O governo da Colômbia anunciou a intenção de se juntar ao Novo Banco de Desenvolvimento (NBD), conhecido como banco dos Brics, com sede na China. O presidente Gustavo Petro, durante visita a Xangai, revelou que o país está disposto a investir US$ 512 milhões em ações do banco. Essa decisão marca um passo significativo na diversificação das relações internacionais da Colômbia, tradicional aliada dos Estados Unidos.

Petro destacou a importância de projetos de infraestrutura, como um canal ou ferrovia de 120 quilômetros que conectará as costas atlântica e pacífica da Colômbia. Segundo ele, essa iniciativa posicionará o país no “coração” do comércio entre a América do Sul e a Ásia. A Colômbia se torna assim o segundo país latino-americano a buscar adesão ao NBD, após o Uruguai ter feito o mesmo em 2021.

Reações dos EUA

A adesão da Colômbia ao NBD pode gerar tensões com Washington. O Departamento de Estado dos EUA manifestou oposição ao financiamento de projetos relacionados à Iniciativa do Cinturão e Rota da China na América Latina. Em resposta, Petro afirmou que a Colômbia tomará suas decisões de forma independente, ressaltando que o país busca manter uma postura neutra em meio às disputas geopolíticas atuais.

O presidente colombiano enfatizou que a decisão de se associar ao NBD foi feita livremente e que a Colômbia está aberta ao diálogo tanto com os Estados Unidos quanto com a China. Essa movimentação reflete uma nova fase nas relações internacionais da Colômbia, que busca ampliar sua influência e diversificar parcerias estratégicas.

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