A cúpula dos Brics vai acontecer nos dias 6 e 7 de julho no Museu de Arte Moderna (MAM) do Rio de Janeiro, em vez do Palácio Capanema, que era o local original. A mudança foi feita pela Prefeitura do Rio por causa de problemas de infraestrutura e segurança. Espera-se que cerca de 4 mil pessoas participem do evento, que contará com delegações de países como Brasil, Rússia, Índia, China, África do Sul, Arábia Saudita, Egito, Etiópia, Emirados Árabes Unidos e Irã. O MAM foi escolhido por ter melhor capacidade logística, já que o Palácio Capanema não atenderia às necessidades do evento. A cúpula deve trazer um impacto financeiro de aproximadamente R$ 23 milhões para a cidade e é uma chance para os países discutirem questões importantes e fortalecerem suas relações.
A cúpula dos Brics, marcada para os dias 6 e 7 de julho, ocorrerá no Museu de Arte Moderna (MAM) do Rio de Janeiro. A decisão foi tomada pela Prefeitura do Rio, que optou pelo MAM em vez do Palácio Capanema, inicialmente previsto como local do evento. A mudança se deu por questões de infraestrutura e segurança, com a expectativa de reunir cerca de 4 mil participantes de 40 delegações, incluindo Brasil, Rússia, Índia, China, África do Sul, Arábia Saudita, Egito, Etiópia, Emirados Árabes Unidos e Irã.
O MAM, que já sediou a principal reunião do G-20 em novembro passado, foi escolhido por sua capacidade de atender às demandas logísticas do evento. O Palácio Capanema, um ícone do modernismo brasileiro, será reaberto como centro cultural na próxima terça-feira, mas não atenderia às necessidades específicas da cúpula.
A expectativa é que o evento traga um impacto financeiro significativo para a cidade, estimado em R$ 23 milhões, conforme informações da equipe do prefeito Eduardo Paes. A cúpula dos Brics representa uma oportunidade para fortalecer laços entre as nações participantes e discutir questões globais relevantes.
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