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Netanyahu anuncia nova ofensiva em Gaza após declaração de Trump sobre a fome na região

Israel inicia a Operação Carruagens de Gideão em Gaza, com ataques aéreos que já deixaram 115 mortos e 53 mil palestinos vitimados.

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O Exército de Israel começou a nova ofensiva chamada Operação Carruagens de Gideão na Faixa de Gaza, com o objetivo de derrotar o Hamas e libertar reféns. Essa ação ocorre após um ataque do Hamas em 7 de outubro, que deixou 1,2 mil mortos e 251 sequestrados. Desde o início da ofensiva, os ataques aéreos resultaram na morte de cerca de 115 pessoas em um único dia, e as autoridades palestinas relatam que aproximadamente 53 mil palestinos já foram mortos. O presidente dos EUA, Donald Trump, reconheceu a grave situação humanitária em Gaza e prometeu ajudar os palestinos. A ONU criticou Israel por suas ações, com um de seus representantes questionando se o país tomaria medidas para evitar um genocídio. Em resposta, o embaixador de Israel na ONU chamou as críticas de irresponsáveis e defendeu as ações de seu país. As relações entre Israel e a ONU se tornaram tensas desde o início do conflito.

O Exército de Israel anunciou neste sábado o início da Operação Carruagens de Gideão, uma nova ofensiva na Faixa de Gaza, que começou na sexta-feira. O objetivo é derrotar o Hamas e libertar os reféns, em meio a um contexto de crescente violência desde o ataque do grupo em 7 de outubro, que resultou em 1,2 mil mortes e 251 sequestrados.

A ofensiva visa o controle total do território palestino e o deslocamento forçado da população para o sul. Em comunicado no Telegram, o Exército afirmou que os ataques aéreos realizados na sexta-feira resultaram na morte de cerca de 115 pessoas. As autoridades palestinas relatam um alto número de vítimas desde o início da ofensiva, que já vitimou aproximadamente 53 mil palestinos.

Críticas e Reações

Durante uma visita ao Oriente Médio, o presidente dos EUA, Donald Trump, reconheceu a situação crítica em Gaza, afirmando que “as pessoas estão morrendo de fome”. Ele se comprometeu a trabalhar para ajudar os palestinos, destacando a urgência da situação humanitária.

A ONU também se manifestou, com o chefe da agência de ajuda humanitária criticando o governo israelense por impor condições desumanas aos civis palestinos. Tom Fletcher questionou se Israel tomaria medidas para evitar o genocídio e garantir o respeito ao direito internacional humanitário. Ele reiterou que a ONU possui um plano de ajuda pronto para ser enviado a Gaza, pedindo acesso seguro para a entrega.

Tensão com a ONU

O embaixador de Israel na ONU, Danny Danon, respondeu às críticas, chamando as declarações de Fletcher de irresponsáveis e ofensivas. Ele argumentou que o uso do termo “genocídio” contra Israel é uma distorção e uma profanação de um conceito com grande peso histórico. As relações entre Israel e a ONU se deterioraram desde o início do conflito, refletindo a complexidade da situação na região.

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