O Brasil foi convidado a copresidir um grupo de trabalho na Conferência Internacional da ONU sobre a Palestina, que acontecerá em junho. O convite foi feito pela França e pela Arábia Saudita, que estão liderando essa iniciativa em resposta à pressão internacional sobre Israel devido à crise em Gaza. O grupo de trabalho vai focar na promoção do respeito ao direito internacional para implementar a solução de dois Estados. O Brasil e o Senegal serão os copresidentes. A conferência, aprovada pela Assembleia-Geral da ONU em dezembro de 2024, busca discutir soluções para o conflito entre Israel e Palestina, que se agravou com a guerra em Gaza, onde o número de palestinos mortos já ultrapassa 50 mil, segundo o Hamas. A pressão sobre Israel aumentou, com países como Reino Unido, França e Canadá ameaçando tomar medidas se as ações em Gaza não pararem. A conferência deve intensificar a pressão diplomática sobre Israel, mas a admissão de novos membros na ONU depende do Conselho de Segurança, onde os Estados Unidos têm poder de veto.
O Brasil foi convidado a copresidir um grupo de trabalho na Conferência Internacional da ONU sobre a Palestina, marcada para junho. O convite foi feito pela França e Arábia Saudita, que lideram a iniciativa em resposta à crescente pressão internacional sobre Israel devido à crise em Gaza.
O grupo de trabalho, que terá como tema a promoção do respeito ao direito internacional para a implementação da solução de dois Estados, será copresidido pelo Brasil e pelo Senegal. Segundo o Itamaraty, a conferência é aberta a todos os Estados-membros da ONU e representantes de diversas agências e comissões regionais.
A realização da conferência foi aprovada pela Assembleia-Geral da ONU em dezembro de 2024, com 157 votos favoráveis, incluindo o do Brasil. A proposta visa discutir soluções para o conflito entre Israel e Palestina, que se intensificou com a atual guerra em Gaza, onde o número de palestinos mortos ultrapassa 50 mil, segundo informações do Hamas.
A pressão sobre Israel tem aumentado, com países como Reino Unido, França e Canadá ameaçando adotar “medidas concretas” caso as ações em Gaza não cessem. A conferência internacional deve intensificar a pressão diplomática sobre Israel, embora a admissão de novos membros na ONU dependa do aval do Conselho de Segurança, onde os Estados Unidos têm poder de veto.
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