Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Brasil participa pela primeira vez da Operação Catamaran com Fuzileiros Navais

Pelotão brasileiro de Fuzileiros Navais participa da Operação Catamaran, treinamento inédito com países da OTAN, destacando jovem soldado.

0:00
Carregando...
0:00

Um pelotão de Fuzileiros Navais do Brasil vai participar pela primeira vez da Operação Catamaran, um treinamento militar com países da OTAN, que começa nesta terça-feira e vai até 18 de junho. Os brasileiros vão treinar ao lado de soldados dos Estados Unidos, Alemanha, Inglaterra, Itália, Holanda e Espanha. Entre eles, está a soldado Camila Aguiar, de 20 anos, que é da primeira turma de mulheres combatentes anfíbias e fará sua primeira viagem ao exterior. O Brasil não é membro da OTAN, mas em 2019, durante um encontro entre os presidentes Donald Trump e Jair Bolsonaro, foi acordada a inclusão do Brasil como “aliado extra-OTAN”, o que facilita a cooperação militar.

Pela primeira vez, um pelotão brasileiro de Fuzileiros Navais participará da Operação Catamaran, um treinamento multinacional coordenado pela França e envolvendo países da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN). O embarque ocorrerá nesta terça-feira, dia 20, e as atividades se estenderão até 18 de junho. Os militares brasileiros atuarão ao lado de forças dos Estados Unidos, Alemanha, Inglaterra, Itália, Holanda e Espanha.

Entre os integrantes do pelotão, destaca-se a soldado Camila Aguiar, que faz parte da primeira turma de mulheres combatentes anfíbias, formada em julho de 2024. Esta será sua primeira viagem ao exterior e a segunda vez que ela andará de avião. A inclusão do Brasil como “aliado extra-OTAN” foi acordada em 2019, durante um encontro entre o então presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o ex-presidente brasileiro Jair Bolsonaro.

A participação do Brasil na Operação Catamaran representa um avanço significativo nas relações militares do país com a OTAN. O status de “aliado extra-OTAN” permite um intercâmbio militar mais amplo, similar ao que ocorre com países como Japão e Austrália. A operação visa fortalecer a cooperação entre as nações participantes e aprimorar a capacidade de resposta a crises internacionais.

Relacionados:

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais