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Forças russas estabelecem ‘zona de segurança’ na fronteira com a Ucrânia, afirma Putin

Putin estabelece "zona de segurança" na fronteira com a Ucrânia, enquanto intercâmbio de prisioneiros marca diálogo inédito em três anos.

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As forças armadas da Rússia estão criando uma zona de segurança na fronteira com a Ucrânia, segundo o presidente Vladimir Putin. Essa ação tem como objetivo proteger a região e impedir ataques. O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da Ucrânia, Heorhii Tykhyi, criticou a medida, chamando-a de agressiva e afirmando que a Rússia está atrapalhando os esforços de paz. Essa declaração de Putin surge em um momento importante, já que um intercâmbio de prisioneiros entre os dois países está marcado para esta sexta-feira, resultado de negociações na Turquia, que foram as primeiras conversas diretas em três anos. Durante uma reunião, Putin falou sobre a necessidade de reconstruir a área da fronteira e ajudar os cidadãos a voltarem para suas casas. Ele já havia mencionado a criação da zona de segurança em março. A Ucrânia iniciou uma ofensiva no território russo em agosto do ano passado. O intercâmbio de prisioneiros envolve a troca de 1.000 pessoas de cada lado e é visto como o único resultado concreto das conversas na Turquia. O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, confirmou que a Rússia recebeu a lista de prisioneiros da Ucrânia, e o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, disse que sua equipe está verificando os detalhes dos prisioneiros listados pela Rússia.

Forças armadas russas estão criando uma zona de segurança ao longo da fronteira com a Ucrânia, conforme anunciado pelo presidente Vladimir Putin nesta quinta-feira. A medida visa suprimir os pontos de disparo do inimigo e garantir a segurança na região.

O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da Ucrânia, Heorhii Tykhyi, classificou o plano como “agressivo”, afirmando que a Rússia se tornou um obstáculo para os esforços de paz. A declaração de Putin ocorre em um momento crítico, com um intercâmbio de prisioneiros entre os dois países programado para esta sexta-feira, resultado das negociações realizadas na Turquia, que marcaram o primeiro diálogo direto em três anos.

Durante uma reunião com membros do governo, Putin enfatizou a necessidade de “restaurar e reconstruir tudo o que foi destruído” na região da fronteira. Ele destacou a importância de ajudar os cidadãos a retornarem às suas vilas e reestabelecer a infraestrutura local, onde as condições de segurança permitirem.

A criação da zona de segurança foi mencionada por Putin pela primeira vez em março, durante uma visita à região de Kursk. Recentemente, ele afirmou que as forças ucranianas estavam tentando avançar em direção à fronteira russa. A ofensiva da Ucrânia no território russo começou em agosto do ano passado, sendo a primeira invasão terrestre da Rússia por uma potência estrangeira desde a Segunda Guerra Mundial.

O intercâmbio de prisioneiros, que envolve a troca de 1.000 pessoas de cada lado, foi considerado o único resultado tangível das conversas na Turquia. O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, confirmou que a Rússia recebeu a lista de prisioneiros proposta pela Ucrânia. O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, afirmou que sua equipe está verificando os detalhes de cada indivíduo listado pela Rússia, reafirmando o compromisso de garantir a realização do acordo.

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