Um ataque aéreo israelense em Khan Younis, na Faixa de Gaza, matou nove dos dez filhos da médica Alaa al-Najjar, enquanto ela trabalhava no Hospital Nasser. Apenas um de seus filhos, Adam, de 11 anos, sobreviveu, mas está em estado crítico. O marido de Alaa, que também é médico, ficou gravemente ferido. O Hospital Nasser confirmou que os corpos das crianças, com idades entre três e doze anos, foram retirados dos escombros. O diretor do Ministério da Saúde de Gaza lamentou a tragédia e destacou a dor dos profissionais de saúde na região, afirmando que a agressão israelense está eliminando famílias inteiras. Imagens mostraram os corpos sendo resgatados, e um cirurgião britânico que operou Adam descreveu a situação como “inimaginável”. A crise humanitária em Gaza é alarmante, com a ONU afirmando que a população enfrenta a fase mais cruel da guerra, com mais de 53,9 mil mortos, incluindo 16,5 mil crianças. O bloqueio israelense à ajuda humanitária, que começou em março, dificultou a entrada de suprimentos essenciais. No mesmo dia do ataque, as Forças Armadas de Israel afirmaram ter atingido mais de 100 alvos em Gaza, resultando na morte de pelo menos 74 pessoas. A assistência humanitária é escassa, gerando cenas de caos e saques a comboios de ajuda. Há relatos de que tropas israelenses têm forçado palestinos a atuarem como escudos humanos, prática considerada ilegal. O Exército de Israel negou as acusações e disse que investiga os casos. A escassez de água e alimentos em Gaza está aumentando, intensificando a insegurança e o desespero entre a população.
Um ataque aéreo israelense em Khan Younis, na Faixa de Gaza, resultou na morte de nove dos dez filhos da médica Alaa al-Najjar. O ataque ocorreu na sexta-feira, 20 de outubro de 2023, enquanto Alaa trabalhava no Hospital Nasser. Apenas um de seus filhos, Adam, de 11 anos, sobreviveu, mas está em estado crítico. O marido de Alaa, também médico, ficou gravemente ferido.
O Hospital Nasser confirmou que os corpos das crianças, com idades entre três e doze anos, foram resgatados dos escombros. O diretor do Ministério da Saúde de Gaza, Munir al-Barsh, lamentou a tragédia e destacou a dor enfrentada pelos profissionais de saúde na região. Ele afirmou que a agressão israelense está eliminando famílias inteiras.
Imagens divulgadas mostraram os corpos das crianças sendo retirados dos escombros, enquanto o cirurgião britânico Graeme Groom, que operou o menino sobrevivente, descreveu a situação como “inimaginável”. O porta-voz da Defesa Civil em Gaza, Mahmoud Basal, informou que equipes de resgate recuperaram os corpos e vários feridos no local.
Crise Humanitária
A situação em Gaza continua crítica, com a ONU alertando que a população enfrenta a fase mais cruel da guerra. Desde o início do conflito, mais de 53,9 mil pessoas foram mortas, incluindo 16,5 mil crianças. O bloqueio israelense à ajuda humanitária, iniciado em março, tem dificultado a entrada de suprimentos essenciais.
Na sexta-feira, as Forças Armadas de Israel afirmaram ter atingido mais de 100 alvos em Gaza, resultando na morte de pelo menos 74 pessoas em um único dia. A assistência humanitária, que chegou em quantidade reduzida, gerou cenas de caos, com saques a comboios de ajuda e filas enormes em padarias.
Relatos indicam que as tropas israelenses têm forçado palestinos a atuarem como escudos humanos durante operações militares. Essa prática é considerada ilegal pelo direito internacional. O Exército de Israel negou as acusações e afirmou que investiga os casos. A escassez de água e alimentos em Gaza continua a aumentar, intensificando a insegurança e o desespero entre a população.
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