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Israel planeja ocupar 75% do território de Gaza em dois meses, diz Exército

Israel planeja capturar 75% da Faixa de Gaza em dois meses, restringindo a população palestina a 25% do território. Ajuda humanitária será iniciada.

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As Forças Armadas de Israel anunciaram que planejam capturar 75% do território da Faixa de Gaza nos próximos dois meses, o que vai restringir a população palestina, de cerca de 2,3 milhões de pessoas, a apenas 25% da área. Isso vai agravar ainda mais a crise humanitária na região. Uma operação de ajuda humanitária, em parceria com os Estados Unidos, começará em breve, após Israel permitir a entrada limitada de ajuda em Gaza, após um bloqueio total de onze semanas. Serão instalados centros de distribuição no sul e no centro da Faixa de Gaza, com segurança americana para a entrega dos itens. A ONU criticou a operação, afirmando que isso compromete a neutralidade, já que Israel controla o fornecimento de ajuda. Desde o início do conflito, cerca de 300 caminhões de ajuda entraram em Gaza, mas isso é muito menos do que os 500 caminhões diários que eram necessários antes da guerra. Recentemente, bombardeios israelenses mataram 30 pessoas em Gaza, e o número total de palestinos mortos desde o início do conflito já ultrapassa 54 mil. Além disso, Israel intensificou suas operações militares na Cisjordânia.

As Forças Armadas de Israel anunciaram neste domingo (25) planos para capturar 75% do território da Faixa de Gaza nos próximos dois meses. Essa ação resultará na restrição da população palestina, estimada em 2,3 milhões de pessoas, a apenas 25% da área, intensificando a crise humanitária na região.

A operação de ajuda humanitária, em parceria com os Estados Unidos, começará nesta segunda-feira (26). A iniciativa surge após Israel permitir a entrada limitada de ajuda em Gaza, após onze semanas de bloqueio total, que agravou a escassez de alimentos, medicamentos e combustíveis. Segundo o Wall Street Journal, três centros de distribuição serão instalados no sul da Faixa de Gaza e um na região central, com agentes de segurança americanos responsáveis pela entrega dos itens.

A proposta, no entanto, foi criticada pela ONU, que se recusou a participar, alegando que a operação compromete a neutralidade ao colocar o fornecimento de ajuda sob controle exclusivo de Israel. Desde o início do conflito, cerca de 300 caminhões de ajuda humanitária entraram na Faixa de Gaza, mas a quantidade ainda é insuficiente. Antes da guerra, a população dependia da entrada diária de 500 caminhões.

No último domingo, bombardeios israelenses em Gaza resultaram na morte de 30 pessoas, segundo autoridades locais. Os ataques atingiram áreas como Khan Yunis e os campos de refugiados de Jabalia e Nuseirat. Desde o início do conflito, o número de palestinos mortos pelos ataques israelenses já ultrapassa 54 mil. Além disso, o Exército israelense intensificou suas operações militares em áreas ocupadas da Cisjordânia.

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