Joseph Kabila, ex-presidente da República Democrática do Congo, voltou ao país após dois anos fora e chegou à cidade de Goma, que é controlada pelo grupo rebelde M23. Sua volta aconteceu depois que senadores retiraram sua imunidade, acusando-o de apoiar o M23, que está em conflito com o exército congolês. Kabila, que governou por 18 anos, criticou o governo atual de Félix Tshisekedi e se ofereceu para ajudar a resolver o conflito no leste do país. O porta-voz do M23, Lawrence Kanyuka, deu as boas-vindas a Kabila, dizendo que ele é esperado nas áreas controladas pelo grupo. Kabila nega qualquer ligação com o M23 e afirmou que o sistema de justiça congolês é usado para fins políticos. O líder juvenil do seu partido, o PPRD, disse que a população local está feliz com seu retorno, comparando-o ao de um pai. O PPRD foi banido por sua postura em relação ao M23, e as autoridades congolenses acusam Kabila de crimes de guerra e traição, apresentando documentos que o ligam ao grupo rebelde. Desde o início de 2023, o M23 tem avançado no leste do país, causando a deslocação de centenas de milhares de civis.
Joseph Kabila, ex-presidente da República Democrática do Congo, retornou ao país após dois anos fora, chegando à cidade de Goma, controlada pelo grupo rebelde M23. Sua volta ocorre após a retirada de sua imunidade por senadores, que o acusam de apoiar o M23, que está em conflito com o exército congolês.
Kabila, que governou por 18 anos, criticou o governo atual, liderado por Félix Tshisekedi, e se declarou disposto a ajudar na resolução do conflito no leste do país. Em uma mensagem publicada em uma rede social, o porta-voz do M23, Lawrence Kanyuka, deu as boas-vindas a Kabila, afirmando que ele é esperado nas “áreas libertadas”.
O ex-presidente, que nega qualquer ligação com o M23, descreveu o sistema de justiça congolês como sendo “explorado para fins políticos”. Innocent Mirimo, líder juvenil do partido de Kabila, o Partido do Povo para a Reconstrução e a Democracia (PPRD), afirmou que a população local está contente com sua chegada, comparando-a ao retorno de um pai.
Recentemente, o PPRD foi banido devido à sua “atitude ambígua” em relação à ocupação de território congolês pelo M23. As autoridades congolenses acusam Kabila de crimes de guerra e traição, apresentando documentos que o ligam ao grupo rebelde. Desde o início de 2023, o M23 tem avançado significativamente no leste do país, levando à deslocação de centenas de milhares de civis.
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