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Kremlin nega envolvimento em incêndios relacionados ao primeiro-ministro britânico

Kremlin nega envolvimento em incêndios ligados ao primeiro-ministro britânico, enquanto três homens são acusados de conspiração.

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O Kremlin negou estar envolvido nos incêndios que atingiram propriedades do primeiro-ministro britânico, Sir Keir Starmer, chamando as acusações de absurdas. Isso aconteceu após investigações de segurança do Reino Unido sobre possíveis ligações russas, após três incidentes de incêndio. Três homens, incluindo dois ucranianos e um romeno, foram acusados de conspiração para cometer incêndio com risco à vida. Um dos acusados, um ucraniano de 34 anos, foi preso em Londres, enquanto os outros dois também enfrentam acusações relacionadas aos incêndios. Os incidentes ocorreram em maio, incluindo um incêndio em um carro que pertenceu a Starmer e outro em sua casa privada. O primeiro-ministro descreveu os ataques como uma ameaça à democracia. Até agora, o governo britânico e a polícia não comentaram sobre a investigação de possíveis ligações com a Rússia.

O Kremlin negou qualquer envolvimento nos incêndios que atingiram propriedades ligadas ao primeiro-ministro britânico, Sir Keir Starmer, chamando as alegações de “ludicras”. A declaração foi feita após investigações de segurança do Reino Unido sobre possíveis conexões com a Rússia. O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, afirmou que Londres frequentemente suspeita da Rússia em relação a incidentes no país, considerando essas suspeitas infundadas.

Três homens foram acusados de conspiração para cometer incêndio com risco à vida. Entre eles, estão dois cidadãos ucranianos e um romeno. A polícia britânica está investigando os incêndios, que ocorreram em maio, e relatos indicam que a MI5, o serviço de inteligência interno do Reino Unido, está analisando a possibilidade de que os ataques tenham sido ordenados pelo Kremlin.

Os incêndios ocorreram em três ocasiões: no dia oito de maio, um carro que pertenceu a Starmer pegou fogo em Kentish Town; três dias depois, houve um incêndio na porta de um imóvel em Islington, onde o primeiro-ministro morou na década de noventa; e no dia doze de maio, o corpo de bombeiros foi chamado para apagar um incêndio na residência privada de Starmer, na mesma rua do carro incendiado.

Sir Keir Starmer descreveu os incidentes como “um ataque a todos nós, à democracia e aos valores que defendemos”. Até o momento, tanto o governo britânico quanto a polícia metropolitana não comentaram sobre as investigações que envolvem a possível participação russa. Os três homens acusados já compareceram ao tribunal e permanecem detidos até a próxima audiência marcada para o dia seis de junho no Old Bailey, em Londres.

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