O ministro da Defesa da Índia aprovou um plano para desenvolver um novo caça stealth, que será o mais avançado do país. A decisão vem em meio a uma corrida armamentista com o Paquistão, após um recente conflito militar entre os dois países. A Agência de Desenvolvimento Aeronáutico da Índia, responsável pelo projeto, vai convidar empresas de defesa para participar do desenvolvimento do protótipo do caça, que terá dois motores e será da 5ª geração. A força aérea indiana enfrenta desafios, pois seu número de aeronaves caiu para 31, enquanto a China está aumentando rapidamente sua frota. O Paquistão já possui caças avançados, como o J-10, fabricado na China. Recentemente, os dois países se enfrentaram em combates que envolveram o uso de drones, marcando o início de uma nova corrida de armamentos nessa área. A Índia planeja colaborar com uma empresa local para o programa do caça stealth, permitindo que empresas privadas e estatais participem do processo. Um comitê de defesa indiano já havia sugerido a inclusão do setor privado na fabricação de aeronaves militares para melhorar as capacidades da força aérea e aliviar a carga sobre a Hindustan Aeronautics Ltd, que atualmente fabrica a maioria dos aviões militares da Índia.
A Índia aprovou um projeto para desenvolver um caça stealth de 5ª geração, segundo o Ministério da Defesa. A decisão ocorre em meio a uma nova corrida armamentista com o Paquistão, após um recente conflito militar entre os dois países.
A Agência de Desenvolvimento Aeronáutico da Índia será responsável pelo programa e em breve convidará empresas de defesa para manifestar interesse no desenvolvimento de um protótipo do novo caça. O modelo será um avião de combate de dois motores, essencial para modernizar a força aérea indiana, que atualmente opera com uma frota de aeronaves predominantemente russas e ex-soviéticas. O número de esquadrões caiu para 31, abaixo do limite aprovado de 42.
A crescente capacidade militar do Paquistão, que possui o caça J-10 da China, e a rápida expansão da força aérea chinesa pressionam a Índia a avançar em suas capacidades aéreas. Recentemente, as forças armadas dos dois países se enfrentaram em um conflito que durou quatro dias, envolvendo o uso de drones, mísseis e aeronaves. Este foi o primeiro confronto em que ambos os lados utilizaram drones em larga escala, iniciando uma nova fase na corrida armamentista.
Parceria e Inovação
O projeto do caça stealth contará com a parceria de uma empresa nacional. As propostas poderão ser apresentadas por empresas de forma independente ou em joint ventures, incluindo tanto firmas privadas quanto estatais. Em março, um comitê de defesa indiano recomendou a inclusão do setor privado na fabricação de aeronaves militares, visando aumentar a capacidade da força aérea e aliviar a carga sobre a Hindustan Aeronautics Ltd, que atualmente fabrica a maioria dos aviões militares da Índia.
O Marechal do Ar Amar Preet Singh criticou a Hindustan Aeronautics por atrasos na entrega do caça leve Tejas, um modelo de 4,5 geração. A empresa justificou os atrasos pela lentidão na entrega de motores pela General Electric, devido a problemas na cadeia de suprimentos.
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