Donald Trump, presidente dos EUA, anunciou que o Canadá terá que pagar US$ 61 bilhões para ser incluído no sistema de defesa antimísseis chamado Domo Dourado. No entanto, ele afirmou que se o Canadá se tornar o 51º estado dos EUA, a proteção seria gratuita. Trump disse que os canadenses estão considerando a proposta, apesar da negativa do governo canadense, que reafirmou que o país não está à venda. Desde que começou seu segundo mandato, Trump tem mostrado interesse em anexar o Canadá, prometendo benefícios como redução de impostos. O primeiro-ministro canadense, Mark Carney, já rejeitou a ideia, afirmando que o Canadá nunca estará à venda.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta terça-feira (27) que o Canadá terá que pagar US$ 61 bilhões para ser incluído no sistema de defesa antimísseis Domo Dourado. No entanto, Trump afirmou que, se o Canadá se tornar o 51º estado, a proteção seria oferecida gratuitamente. Em uma publicação na Truth Social, ele disse: “Disse ao Canadá que isso custará US$ 61 bilhões se continuarem sendo uma nação separada, mas custará ZERO DÓLARES se se tornarem nosso querido 51º estado.”
Trump também mencionou que os canadenses estão considerando a proposta, apesar das negativas do governo canadense. O primeiro-ministro do Canadá, Mark Carney, reiterou que “o Canadá não está à venda. Nunca estará à venda.” Desde o início de seu segundo mandato, Trump tem manifestado interesse em anexar o Canadá, afirmando que a união traria benefícios, como redução de impostos.
Proposta de Anexação
Durante uma reunião no Salão Oval, Trump comentou que a união dos países tornaria o mapa “muito bonito” e que seria um “casamento maravilhoso”. Ele destacou que a proposta de anexação poderia ser vantajosa para os canadenses, mas enfatizou que “precisamos de dois para dançar tango”.
Na semana passada, Trump apresentou detalhes sobre o Domo Dourado, um sistema de defesa antimísseis criticado por muitos. O governo estima que o custo do projeto será de R$ 1 trilhão e que estará operacional até o final de seu mandato, em 2029, caso seja aprovado pelo Congresso.
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