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Autores de língua portuguesa pedem cessar-fogo e ajuda humanitária na Palestina

Cerca de 230 escritores de língua portuguesa pedem cessar-fogo e ajuda humanitária na Palestina, unindo-se a outras cartas internacionais.

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Quase 230 escritores de língua portuguesa assinaram um abaixo-assinado pedindo um cessar-fogo imediato na Palestina e a entrada de ajuda humanitária. O documento, organizado pela Fundação José Saramago, inclui nomes importantes da literatura, como Chico Buarque e Milton Hatoum. Os autores denunciam a violência do governo de Israel contra os palestinos, que tem causado muitas mortes, principalmente entre mulheres e crianças. Eles pedem que a ONU intervenha para resolver a situação. Essa carta se junta a outras iniciativas de escritores de diferentes países, que também chamam as ações de Israel de genocídio e exigem sanções e um cessar-fogo.

Quase duzentos e trinta autores de língua portuguesa assinaram um abaixo-assinado pedindo um cessar-fogo imediato na Palestina e a entrada de ajuda humanitária. A iniciativa, organizada pela Fundação José Saramago, inclui nomes renomados da literatura lusófona, como Chico Buarque, Milton Hatoum e Mia Couto.

O documento denuncia a violência do governo de Israel contra a população palestiniana, destacando o impacto sobre mulheres e crianças. Os signatários exigem a libertação de reféns e a resolução política do conflito sob a égide da Organização das Nações Unidas (ONU). O texto foi publicado na plataforma WordPress com o título “Escritoras e escritores pela Palestina”.

Além dos autores lusófonos, outras cartas abertas foram divulgadas por escritores de diferentes nacionalidades. Uma delas, assinada por trezentos autores de língua francesa, classifica as ações de Israel em Gaza como genocídio. Entre os signatários estão vencedores do Nobel, como Annie Ernaux e Jean Marie Gustave Le Clézio.

Outra carta, com quase trezentos e oitenta escritores britânicos e irlandeses, também denuncia a situação em Gaza, afirmando que o uso do termo “genocídio” é amplamente aceito por especialistas em direitos humanos. Autores como Ian McEwan e Elif Shafak estão entre os signatários dessa declaração.

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