- O ativista brasileiro Thiago Ávila foi capturado por forças israelenses a bordo do barco Madleen, que tentava levar ajuda humanitária a Gaza.
- A embarcação partiu de Catania, na Sicília, com o objetivo de romper o bloqueio imposto por Israel.
- O Madleen foi interceptado na noite de domingo e chegou ao porto de Ashdod na segunda-feira.
- Os ativistas a bordo, incluindo Ávila, devem ser levados a uma unidade de detenção antes de uma possível deportação.
- A missão humanitária incluía itens essenciais como alimentos e suprimentos médicos, e contava com a presença de outros ativistas internacionais.
O ativista brasileiro Thiago Ávila, conhecido por seu apoio à causa palestina, foi capturado por forças israelenses enquanto estava a bordo do barco Madleen, que tentava levar ajuda humanitária a Gaza. A embarcação, que partiu de Catania, na Sicília, visava romper o bloqueio imposto por Israel e denunciar o que os organizadores chamam de “punição coletiva” à população palestina.
O Madleen, que homenageia a primeira pescadora da região, foi interceptado na noite de domingo e chegou ao porto de Ashdod nesta segunda-feira. Os ativistas a bordo, incluindo Ávila, devem ser levados a uma unidade de detenção antes de uma possível deportação. A Coalizão da Flotilha da Liberdade, responsável pela missão, enfatiza que os objetivos são pacíficos e que os voluntários não portam armas.
Thiago Ávila, de 38 anos, tem um histórico de ativismo pela causa palestina e já participou de eventos no Irã e no Líbano. Ele foi homenageado pela Embaixada do Irã no Brasil por seu trabalho em prol da Palestina. Recentemente, ele usou suas redes sociais para documentar a expedição humanitária, que ocorre um mês após outro barco ter sido atingido por drones na costa de Malta.
Além de Ávila, estavam a bordo do Madleen a ativista sueca Greta Thunberg, a deputada francesa Rima Hassan e representantes de outros países. A carga incluía itens essenciais como alimentos, produtos de higiene e suprimentos médicos. A chegada do Madleen a Israel foi confirmada por advogados dos ativistas, que esperam uma rápida deportação, prática comum em casos semelhantes.
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