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Famílias de deportados venezuelanos solicitam visita a presos em El Salvador

Familiares de 252 venezuelanos deportados pelos EUA para El Salvador buscam visitas e libertação, enquanto ONG denuncia falta de provas e direitos.

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Familiares de 252 venezuelanos deportados pelos Estados Unidos para El Salvador pediram autorização para visitá-los na prisão onde estão detidos. Eles foram acusados de fazer parte do grupo criminoso Tren de Aragua, mas sem provas. Jhoanna Sanguino, tia de um dos deportados, quer verificar a saúde dos detidos e pediu a libertação deles. A Fundação El Amparo Internacional, representada por Walter Márquez, está defendendo legalmente dez deportados, argumentando que não há base legal para a detenção. Os deportados foram enviados a El Salvador como parte de uma política de imigração do governo Trump, que pagará 6 milhões de dólares ao país para mantê-los presos. As acusações foram feitas com base em uma lei antiga, sem que houvesse uma sentença formal. Os familiares reconheceram os detidos em vídeos do governo, onde aparecem com cabelo raspado e acorrentados. A ONG de direitos humanos e advogados tentam acessar os deportados, que estão incomunicáveis e sem resposta aos pedidos de habeas corpus. Organizações internacionais, como a Anistia Internacional, criticam as detenções por violarem direitos humanos.

Familiares de 252 venezuelanos deportados pelos Estados Unidos para El Salvador solicitaram, nesta terça-feira, autorização para visitá-los na mega-prisão onde estão detidos. Os deportados foram acusados de pertencer ao grupo criminoso Tren de Aragua, mas sem provas concretas apresentadas.

Jhoanna Sanguino, tia de um dos deportados, Widmer Agelvis Sanguino, expressou a necessidade de verificar a saúde dos detidos e pediu a libertação deles. Ela chegou a San Salvador na primeira viagem dos parentes desde a deportação, ocorrida em 15 de março. Outro familiar, Reina Cárdenas, também se manifestou, afirmando que seu amigo, Andry Hernández Romero, foi preso por causa de suas tatuagens.

A Fundação El Amparo Internacional, representada por Walter Márquez, assumiu a defesa legal de dez deportados. Márquez destacou que o governo salvadorenho deve ser convencido a libertar os detidos, já que não há jurisdição penal internacional que justifique a detenção deles.

Os deportados foram enviados a El Salvador como parte de uma política anti-imigração do governo Trump, que pagará US$ 6 milhões ao país para manter os venezuelanos encarcerados. As acusações foram feitas com base na Lei de Inimigos Estrangeiros de 1798, sem que houvesse uma sentença formal contra os deportados.

Os familiares reconheceram os detidos em vídeos divulgados pelo governo salvadorenho, onde aparecem com cabelo raspado e acorrentados. A ONG de direitos humanos e advogados locais tentam acessar os deportados, que estão incomunicáveis, sem resposta aos pedidos de habeas corpus. Organizações internacionais, como a Anistia Internacional, criticam as detenções, afirmando que violam normas de direitos humanos.

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