A polícia de Los Angeles começou a prender pessoas em massa após um toque de recolher, que foi imposto devido a protestos contra o ICE, o Serviço de Imigração e Alfândega. Desde o dia 6, os manifestantes se reuniram pacificamente, mas a situação ficou violenta, resultando em 378 detenções em quatro dias. O toque de recolher cobre uma área de 2,5 quilômetros quadrados no centro da cidade. A prefeita, Karen Bass, informou que houve saques em 23 lojas na segunda-feira, e a polícia usou gás lacrimogêneo para dispersar os protestos. Em resposta à violência, o presidente Donald Trump enviou dois mil soldados da Guarda Nacional para a cidade, o que gerou críticas do governador Gavin Newsom, que chamou a ação de provocativa e uma violação da soberania do estado. Newsom tentou impedir a presença das tropas, mas um juiz federal rejeitou seu pedido. Os protestos em Los Angeles se espalharam para outras cidades, como Nova York e Chicago, refletindo um descontentamento com as políticas de imigração do governo. A repressão policial e a presença militar aumentaram a tensão entre manifestantes e autoridades.
A polícia de Los Angeles iniciou prisões em massa após a implementação de um toque de recolher em resposta a protestos contra operações do ICE (Serviço de Imigração e Alfândega). Desde a sexta-feira, dia 6, os manifestantes se reuniram pacificamente, mas a situação se deteriorou, resultando em 378 detenções em quatro dias, conforme informou o chefe de polícia, Jim McDonnell.
O toque de recolher, que abrange uma área de 2,5 quilômetros quadrados no centro da cidade, foi decretado para conter a agitação. A prefeita de Los Angeles, Karen Bass, destacou que a violência e o vandalismo foram significativos, com 23 empresas saqueadas na segunda-feira. A polícia utilizou gás lacrimogêneo e bombas de efeito moral para dispersar os manifestantes.
Críticas ao Envio de Tropas
Em resposta à escalada da violência, o presidente Donald Trump enviou dois mil soldados da Guarda Nacional para Los Angeles, uma decisão criticada pelo governador da Califórnia, Gavin Newsom. Ele descreveu a ação como “intencionalmente provocativa” e uma violação da soberania do estado. Newsom entrou com um processo contra a Casa Branca, mas um juiz federal rejeitou um pedido para impedir as tropas de atuar.
A presença militar é incomum em protestos e remete a ações de controle civil, algo não visto desde os anos 60. Newsom alertou que essa mobilização ameaça os fundamentos da democracia, enquanto Trump intensificou sua retórica contra os manifestantes.
Desdobramentos dos Protestos
Os protestos em Los Angeles se espalharam para outras cidades dos Estados Unidos, como Nova York e Chicago. Em Nova York, milhares se reuniram em um ato contra o ICE. A situação em Los Angeles, marcada por confrontos e vandalismo, reflete um descontentamento crescente com as políticas de imigração do governo federal.
Os manifestantes, que inicialmente se reuniram para protestar pacificamente, enfrentaram a repressão policial e a presença militar, gerando um ciclo de violência e resistência. A mobilização da Guarda Nacional e as prisões em massa indicam um endurecimento das respostas governamentais às manifestações sociais.
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