O presidente Luiz Inácio Lula da Silva vai participar da reunião do G7 no Canadá e deve se encontrar com o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, que pedirá apoio no conflito com a Rússia. Este será o segundo encontro entre eles, sendo que o primeiro aconteceu em Nova York, na Assembleia-Geral da ONU em 2023. O Brasil, que mantém uma posição neutra e evita sanções unilaterais, foi convidado para a reunião, que inclui países como Estados Unidos, Alemanha e Japão, além de outros convidados como Índia e África do Sul. A visita de Lula a Moscou no mês passado gerou descontentamento na Ucrânia, que busca uma postura mais firme contra a Rússia, enquanto o Brasil defende que as sanções devem ser decididas pela ONU.
Convidado a participar da reunião do G7, que ocorrerá na próxima terça-feira, no Canadá, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve se encontrar com o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky. O encontro foi solicitado pela embaixada da Ucrânia em Brasília e depende apenas de um “alinhamento de agendas”.
O G7 é composto pelas principais economias do mundo, incluindo Estados Unidos, Alemanha, França, Reino Unido, Japão, Itália e Canadá, além da União Europeia. O Brasil é um dos convidados, ao lado de países como África do Sul, Austrália, Coreia do Sul, Emirados Árabes Unidos, Índia e México. Durante a reunião, Zelensky deve solicitar apoio a Lula no conflito com a Rússia.
A visita de Lula a Moscou, no mês passado, para as celebrações do Dia da Vitória, gerou descontentamento no governo ucraniano. O Brasil mantém uma posição neutra em relação ao conflito, evitando sanções unilaterais e defendendo uma abordagem multilateral. A guerra entre Ucrânia e Rússia se arrasta há cerca de três anos, após a invasão russa em fevereiro de 2022.
Se confirmado, este será o segundo encontro entre Lula e Zelensky. O primeiro ocorreu em Nova York, durante a Assembleia-Geral das Nações Unidas em 2023. A Ucrânia busca uma postura mais firme contra a Rússia, enquanto o Brasil se opõe às sanções econômicas impostas por países ocidentais, argumentando que tais medidas devem ser decididas no âmbito da ONU.
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