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Ataque do Irã é considerado ‘mais forte’ que o do Hamas, afirma brasileiro em Israel

Brasileiro relata dificuldades para deixar Israel após ataques iranianos intensos e fechamento do espaço aéreo; busca ajuda consular.

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Thomas Brett Savoia, um brasileiro em Tel Aviv, compartilhou sua experiência durante o intenso conflito entre Israel e o Irã. Ele mencionou que os ataques iranianos são mais fortes do que os do Hamas, com o uso de mísseis balísticos. Em uma entrevista, Thomas contou que viu um míssil cair perto do hotel onde estava hospedado e destacou a força dos ataques. Ele e seus pais tentaram deixar Israel, mas seus voos foram cancelados devido ao fechamento do espaço aéreo. Eles estão buscando ajuda do consulado brasileiro, pois se sentem inseguros e sem opções para sair do país. Até agora, o conflito resultou em pelo menos 240 mortes, principalmente no Irã, enquanto em Israel mais de 20 pessoas morreram. O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, afirmou que os ataques visam o regime iraniano, e o Hamas já causou a morte de 1.200 israelenses e sequestrou 250. O cenário se agravou desde a invasão do Hamas em 7 de outubro de 2023. O Irã tem a 16ª maior força militar do mundo, enquanto Israel ocupa a 15ª, com Israel gastando mais em defesa. Parte de um grupo de políticos brasileiros que estava preso em Israel já conseguiu chegar à Jordânia, mas o Itamaraty ainda não se pronunciou sobre a situação de cidadãos comuns que desejam deixar o país.

Um brasileiro, Thomas Brett Savoia, relatou sua experiência em Tel Aviv, onde se encontra com a família em meio ao intenso conflito entre Israel e o Irã. Os ataques iranianos, segundo ele, têm sido “bem mais fortes” do que os do Hamas, com o uso de mísseis balísticos. Em entrevista à GloboNews, Thomas descreveu o momento em que viu um míssil cair próximo ao hotel onde estava hospedado, ressaltando a “força extremamente alta” das ofensivas.

O brasileiro e seus pais planejavam deixar Israel no último domingo, mas tiveram seus voos cancelados devido ao fechamento do espaço aéreo. Eles estão buscando ajuda do consulado brasileiro, pois se sentem inseguros e sem alternativas para sair do país. “Estamos presos em Israel, não sabemos como vamos sair”, afirmou Thomas, que teve que mudar de acomodação por falta de abrigo antibombas.

Até o momento, o conflito resultou em pelo menos 240 mortes, sendo a maioria no Irã. Em Israel, o número de vítimas ultrapassa 20. O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, afirmou que os ataques têm como alvo o regime iraniano, enquanto o Hamas já causou a morte de 1.200 israelenses e sequestrou outros 250. O cenário se agravou desde a invasão do Hamas em 7 de outubro de 2023, quando o grupo extremista atacou Israel por terra, céu e mar.

Situação Militar

O Irã possui a 16ª maior força militar do mundo, enquanto Israel ocupa a 15ª posição, segundo o Global Fire Power. Apesar de Israel ter um orçamento de defesa superior, com mais de US$ 24 bilhões, o Irã investe cerca de US$ 10 bilhões em suas forças armadas. A análise de James Hackett, do Instituto Internacional de Estudos Estratégicos, indica que, embora o Irã tenha perdido influência regional, Israel depende de apoio externo, especialmente dos Estados Unidos, para enfrentar ameaças.

Enquanto isso, parte de um grupo de políticos brasileiros que estava retido em Israel já se encontra na Jordânia, de onde planeja retornar ao Brasil. O Itamaraty ainda não se manifestou sobre a situação de cidadãos comuns que desejam deixar o país.

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