Durante a Cúpula do G7 no Canadá, o presidente Lula afirmou que o Brasil não aceitará a exploração mineral de forma predatória, especialmente na Amazônia. Ele destacou a importância de práticas que respeitem o meio ambiente e a necessidade de incluir países em desenvolvimento nas cadeias de minerais estratégicos. Lula também falou sobre a diversificação da matriz energética e a urgência de ações coletivas para combater as mudanças climáticas. Ele ressaltou que o Brasil é líder em energias renováveis, com 90% de sua matriz elétrica proveniente de fontes limpas, e possui grandes reservas de minerais como nióbio e níquel, essenciais para a transição energética e a descarbonização de setores como transporte e agricultura.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que o Brasil não se tornará um “palco de corridas predatórias” na exploração mineral, durante a Cúpula do G7 no Canadá. Ele destacou a necessidade de práticas que respeitem a preservação ambiental, especialmente em relação à Amazônia e aos fundos marinhos.
Lula enfatizou que as parcerias devem ser baseadas em benefícios mútuos, e que países em desenvolvimento precisam ser incluídos nas cadeias globais de minerais estratégicos. “A exploração mineral não deve ameaçar biomas como a Amazônia”, disse o presidente, ressaltando que a rivalidade geopolítica não pode prevalecer sobre a cooperação.
O chefe do Executivo brasileiro também abordou a importância da diversificação da matriz energética para a segurança energética global. “A mudança do clima não espera e não pode ser combatida sem esforço coletivo”, afirmou, lembrando que o G7 surgiu em resposta às crises do petróleo dos anos setenta.
Transição Energética e Recursos Naturais
Lula destacou que o Brasil é pioneiro em investimentos em energias renováveis, com 90% da matriz elétrica proveniente de fontes limpas. Ele argumentou que é “impossível” discutir a transição energética sem considerar o papel do Brasil, que possui vastas reservas de minerais estratégicos, como nióbio e níquel.
O presidente também mencionou que a expansão de energias e a descarbonização de setores como transporte e agricultura dependem desses minerais. “Contamos com a maior reserva mundial de nióbio e a segunda de níquel”, concluiu, reforçando a relevância do Brasil nas discussões sobre energia sustentável.
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