Desde outubro de 2023, Israel está em conflito na Faixa de Gaza, onde o Hamas está fraco. O país aumentou suas operações e agora também está em confronto com o Irã, após bombardeios em instalações nucleares iranianas. Isso resultou em mais de 50 mortes em Khan Younis, Gaza, devido a ataques aéreos. Especialistas afirmam que o exército israelense consegue agir em duas frentes com facilidade, usando tecnologia avançada e com o Hamas quase sem capacidade de resposta. As Forças de Defesa de Israel mudaram sua estratégia, diminuindo o número de tropas em terra, mas continuam os ataques aéreos em Gaza e no Irã. Israel utiliza caças F-35I e drones, com apoio de inteligência artificial para escolher alvos, permitindo que mantenham operações intensas com menos soldados. O suporte logístico dos Estados Unidos, que enviou aviões de combate, é importante para essas ações. A relação entre o Irã e o Hamas ainda existe, mas não há provas de uma operação conjunta, e o Hamas enfrenta dificuldades após os confrontos. A situação em Gaza desviou a atenção de discussões internacionais, como as conferências da ONU sobre a Palestina, permitindo que Israel continue suas operações. Fernando Brancoli, professor da UFRJ, observa que a estratégia de Israel é favorecida por uma mudança na percepção ocidental sobre a ameaça iraniana, fazendo com que líderes do G7 e da União Europeia apoiem a autodefesa preventiva, alterando a pressão sobre o conflito em Gaza e melhorando a imagem de Netanyahu como líder de segurança.
Desde outubro de 2023, Israel enfrenta um conflito na Faixa de Gaza, onde o Hamas está debilitado. Recentemente, o país intensificou suas operações, agora também em confronto com o Irã, após bombardeios a instalações nucleares iranianas. A escalada de tensões resultou em mais de 50 mortes em Khan Younis, Gaza, durante ataques aéreos.
Especialistas afirmam que o exército israelense consegue operar em duas frentes com tranquilidade, devido ao enfraquecimento do Hamas e ao uso de tecnologia avançada. As Forças de Defesa de Israel reconfiguraram suas tropas, reduzindo o efetivo terrestre, enquanto mantêm ataques aéreos em Gaza e no Irã. O Hamas, segundo analistas, está quase inoperante.
Israel utiliza caças F-35I e drones para realizar ataques de longo alcance, apoiados por inteligência artificial que automatiza a seleção de alvos. Essa tecnologia permite que Israel mantenha campanhas intensas com menos militares. O apoio logístico dos Estados Unidos, que enviou aviões de combate para a região, também é crucial.
Dinâmicas Regionais
A relação entre o Irã e o Hamas, que inclui fornecimento de armas e treinamento, continua, mas não há evidências de uma operação conjunta. O Hamas enfrenta dificuldades operacionais após os confrontos de 2023, enquanto o Irã se mostra cauteloso para não provocar uma escalada direta com potências ocidentais.
A situação em Gaza tem gerado um deslocamento de foco nas discussões internacionais. Conferências da ONU sobre o reconhecimento da Palestina foram adiadas, e protestos por acordos humanitários foram suspensos. Essa mudança de atenção permite que Israel continue suas operações, causando destruição no enclave.
Fernando Brancoli, professor da UFRJ, destaca que a estratégia de Israel é favorecida por uma combinação de fatores, incluindo a recalibração do discurso ocidental sobre a ameaça iraniana. Os ataques recentes levaram líderes do G7 e da União Europeia a defenderem a autodefesa preventiva, alterando a pressão sobre o conflito em Gaza e revitalizando a imagem de Netanyahu como líder de segurança.
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