Em uma reunião do Conselho de Segurança da ONU, o secretário-geral António Guterres pediu paz entre Irã e Israel, alertando sobre o risco de retaliações após os ataques dos EUA a instalações nucleares iranianas. O Irã ameaçou fechar o Estreito de Ormuz, uma rota importante para o comércio de petróleo. O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que as instalações nucleares iranianas foram destruídas, mas o Pentágono não confirmou isso. O Irã prometeu responder aos ataques, podendo atingir bases americanas na região. O Parlamento iraniano aprovou uma resolução para fechar o Estreito de Ormuz, mas a decisão final depende do líder supremo, Aiatolá Ali Khamenei. O diretor da Agência Internacional de Energia Atômica, Mariano Grossi, pediu um cessar-fogo para permitir inspeções nas instalações nucleares e destacou os riscos de ataques a esses locais. A tensão aumentou os preços do petróleo, que chegou a 81,40 dólares. O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, defendeu os ataques como necessários, enquanto a embaixadora dos EUA na ONU, Dorothy Shea, justificou as ações como resposta às ameaças do Irã. O governo iraniano reafirmou sua intenção de continuar o enriquecimento de urânio e um encontro entre o ministro das Relações Exteriores do Irã e o presidente russo, Vladimir Putin, pode abrir novas oportunidades de negociação, embora o Irã tenha declarado que não há espaço para diálogos no momento.
Em uma reunião de emergência do Conselho de Segurança da ONU, realizada em Nova York, o secretário-geral António Guterres fez um apelo por paz entre Irã e Israel. Ele destacou que o Oriente Médio “não pode suportar outro ciclo de destruição”, em meio ao aumento das tensões após os ataques dos EUA a instalações nucleares iranianas.
Guterres alertou sobre o risco de retaliações, enfatizando que a diplomacia deve prevalecer. Ele mencionou a ameaça do Irã de fechar o Estreito de Ormuz, uma rota vital para o comércio marítimo, especialmente no setor de petróleo. O presidente dos EUA, Donald Trump, autorizou ataques a três instalações nucleares iranianas, que, segundo ele, foram “completamente obliteradas”. No entanto, o Pentágono ainda não confirmou a extensão dos danos.
O Irã, por sua vez, prometeu uma resposta aos ataques, sem especificar como ou quando. Desde o início da ofensiva israelense, Teerã afirmou que poderia atingir bases americanas na região. O Parlamento iraniano aprovou uma resolução para fechar o Estreito de Ormuz, mas a decisão final cabe ao líder supremo, Aiatolá Ali Khamenei.
Reações e Consequências
O diretor da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), Mariano Grossi, também se manifestou, afirmando que os ataques podem comprometer a segurança nuclear internacional. Ele pediu um cessar-fogo para permitir inspeções nas instalações nucleares iranianas. Grossi destacou que não há evidências de vazamentos radioativos, mas alertou sobre os riscos de ataques a locais nucleares.
A escalada das tensões resultou em um aumento nos preços do petróleo, com o barril alcançando 81,40 dólares. O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, defendeu os ataques como necessários para a segurança do país. Em contrapartida, a embaixadora dos EUA na ONU, Dorothy Shea, justificou as ações como uma resposta às ameaças do Irã.
Enquanto isso, o governo iraniano reafirmou sua intenção de continuar o programa de enriquecimento de urânio. O encontro entre o ministro das Relações Exteriores do Irã e o presidente russo Vladimir Putin pode abrir novas oportunidades para negociações, embora o Irã tenha declarado que não há espaço para diálogos no momento.
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