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Confrontos no Quênia deixam oito mortos durante protestos contra a polícia

Protestos no Quênia resultam em pelo menos oito mortes e 400 feridos, intensificando a pressão sobre o governo de William Ruto.

A polícia disparou gás lacrimogêneo e canhões de água para dispersar os protestos (Foto: Reuters)
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Pelo menos oito pessoas morreram e 400 ficaram feridas em protestos no Quênia contra o governo do presidente William Ruto. Os confrontos aconteceram em várias cidades, com a polícia usando gás lacrimogêneo e balas reais para dispersar os manifestantes, que pediam mudanças e justiça. As manifestações, realizadas em 25 de outubro, marcam um ano desde protestos que resultaram em mais de 60 mortes. Milhares de pessoas saíram às ruas, muitos com ramos como símbolo de oposição pacífica. O hospital Kenyatta recebeu 107 feridos, a maioria com ferimentos por bala, incluindo três policiais. A Comissão Nacional de Direitos Humanos do Quênia informou que as mortes foram causadas por disparos, mas não especificou a origem. A situação piorou quando os manifestantes tentaram se aproximar da residência do presidente. O ministro do Interior, Kipchumba Murkomen, negou que a polícia tenha usado força excessiva e chamou os manifestantes de “terroristas disfarçados”. Organizações de direitos humanos criticaram a resposta policial, considerando-a uma agressão desnecessária. Os protestos também resultaram em vandalismo, como o incêndio em instalações do tribunal em Kikuyu. A insatisfação aumentou após a morte do blogueiro Albert Ojwang sob custódia policial, levando a novas manifestações. As cenas de violência em Nairóbi geraram preocupação entre aliados internacionais e representam um desafio para a presidência de Ruto.

Pelo menos oito pessoas morreram e 400 ficaram feridas em protestos em massa no Quênia contra o governo do presidente William Ruto. Os confrontos ocorreram em várias cidades, com a polícia reprimindo os manifestantes que exigiam mudanças e clamavam por justiça. As manifestações, que ocorreram no dia 25 de outubro, marcam um ano desde os protestos que resultaram em mais de 60 mortes.

Milhares de quenianos saíram às ruas, muitos portando ramos como símbolo de oposição pacífica. Apesar da proibição de cobertura ao vivo das manifestações, a decisão foi revertida pelo Tribunal Superior de Nairóbi. A polícia usou gás lacrimogêneo e balas reais para dispersar os manifestantes, levando a um aumento da indignação pública.

O Kenyatta National Hospital recebeu 107 feridos, a maioria com ferimentos por bala. Entre os feridos, três eram policiais. A Comissão Nacional de Direitos Humanos do Quênia relatou que as mortes foram causadas por disparos, mas não especificou a origem dos tiros. A situação se agravou quando os manifestantes tentaram se aproximar da residência oficial do presidente.

O ministro do Interior, Kipchumba Murkomen, negou o uso excessivo da força pela polícia, descrevendo os manifestantes como “terroristas disfarçados”. Ele elogiou as agências de segurança pela contenção em meio a provocações. No entanto, organizações de direitos humanos criticaram a resposta policial, apontando para uma “agressão desnecessária”.

Os protestos também resultaram em atos de vandalismo, incluindo o incêndio em instalações do tribunal em Kikuyu. A insatisfação popular se intensificou após a morte do blogueiro Albert Ojwang sob custódia policial, levando a novas manifestações. As cenas de violência nas ruas de Nairóbi geraram preocupação entre aliados internacionais e representam um desafio significativo para a presidência de Ruto.

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