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Diretor de hospital em Gaza é morto em ataque aéreo israelense, afirma ministério da saúde

Ataque aéreo israelense mata diretor de hospital em Gaza e cinco pessoas em área considerada "zona segura", intensificando a crise humanitária.

Dr. Marwan Sultan foi o diretor do Hospital Indonésio no norte de Gaza (Foto: Gaza Ministry of Health)
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  • O diretor do Hospital Indonésio em Gaza, Marwan Sultan, foi morto em um ataque aéreo israelense em sua residência, junto com sua família.
  • O ministério da saúde controlado pelo Hamas classificou o ataque como um “crime hediondo”.
  • A Força de Defesa de Israel (IDF) afirmou que o alvo era um “terrorista chave” do Hamas e que investiga as alegações sobre civis entre as vítimas.
  • Pelo menos cinco pessoas morreram em um ataque na área de al-Mawasi, considerada uma “zona segura”, com crianças entre os feridos.
  • Desde o início do conflito em 7 de outubro de 2023, mais de 57 mil pessoas foram mortas em Gaza, e a situação humanitária se agrava.

O diretor do Hospital Indonésio em Gaza, Dr. Marwan Sultan, foi morto em um ataque aéreo israelense em sua residência, segundo o ministério da saúde controlado pelo Hamas. O ataque, que também vitimou vários membros de sua família, foi condenado como um “crime hediondo” pela instituição. A Força de Defesa de Israel (IDF) afirmou que o alvo era um “terrorista chave” do Hamas e que as alegações sobre civis não envolvidos estarem entre as vítimas estão sendo analisadas.

Além da morte de Dr. Sultan, pelo menos cinco pessoas foram mortas em um ataque na área de al-Mawasi, considerada uma “zona segura”. O ministério da saúde relatou que crianças estão entre os feridos, e a situação tem gerado desespero entre os sobreviventes. Tamam Abu Rizq, uma testemunha, descreveu o momento do ataque como um “tremor de terra”, enquanto outros familiares questionavam a lógica de serem atacados em um local supostamente seguro.

Os ataques israelenses em Gaza têm sido intensificados desde o início do conflito em 7 de outubro de 2023, quando o Hamas atacou Israel, resultando em cerca de 1.200 mortes e 251 reféns. Desde então, mais de 57.000 pessoas foram mortas em Gaza, de acordo com o ministério da saúde local. A ONU informou que não há mais hospitais funcionando na região norte de Gaza, e a IDF continua a afirmar que suas operações visam desmantelar a infraestrutura terrorista do Hamas.

A situação humanitária em Gaza se agrava, com relatos de deslocados vivendo em condições precárias sob altas temperaturas. Reda Abu Hadayed mencionou que o calor é “indescritível” e que seus filhos não conseguem dormir devido ao calor intenso. A distribuição de ajuda humanitária é controlada por Israel, enquanto mediadores tentam negociar um possível cessar-fogo.

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