- A Câmara dos Deputados fará uma homenagem aos 77 anos da Nakba, que marca a expulsão de palestinos em 1948, no dia 2 de maio.
- O evento, solicitado por 37 parlamentares, contará com a presença de autoridades e líderes palestinos.
- Entre os convidados estão o ministro das Relações Exteriores do Brasil, Mauro Vieira, e o ex-chefe do Itamaraty, Celso Amorim.
- A homenagem destaca que a aprovação do plano de partilha da Palestina pela ONU em 1947 resultou em centenas de milhares de palestinos no exílio, com cerca de 6,2 milhões de refugiados palestinos atualmente.
- O evento ocorrerá no plenário da Câmara, a partir das 11h, e a posição do governo brasileiro sobre a situação em Gaza será abordada.
A Câmara dos Deputados realizará, nesta quarta-feira, 2 de maio, uma homenagem aos 77 anos da Nakba, que marca a expulsão de palestinos de suas terras em 1948, após a criação do estado de Israel pela ONU. O evento, solicitado por 37 parlamentares, contará com a presença de autoridades e líderes palestinos.
Entre os convidados estão o ministro das Relações Exteriores do Brasil, Mauro Vieira, e o ex-chefe do Itamaraty, Celso Amorim. Também participarão lideranças da comunidade palestina no Brasil, como o presidente da Federação Árabe-Palestina do Brasil, Ualid Rabah, e o embaixador da Palestina no Brasil, Ibrahim Alzeben.
A justificativa para a homenagem destaca que a aprovação do plano de partilha da Palestina pela ONU em 1947 desencadeou um processo de expulsão que resultou em centenas de milhares de palestinos no exílio. Atualmente, estima-se que existam 6,2 milhões de refugiados palestinos e seus descendentes, representando o maior contingente de refugiados do mundo.
O evento ocorrerá no plenário da Câmara, a partir das 11h. A solicitação foi liderada pelos deputados Paulo Pimenta e Lindbergh Farias, ambos do PT. A posição do governo Lula e dos partidos de esquerda em relação à situação em Gaza é frequentemente criticada pela oposição, que se alinha a Israel. O governo brasileiro condena os ataques israelenses e classifica a situação como genocídio contra o povo palestino, especialmente em Gaza, onde a maioria das vítimas são mulheres e crianças.
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