- O Brics realiza uma cúpula com a ausência de líderes importantes, incluindo o presidente do Irã, Masoud Pezeshkian.
- O chanceler do Irã, Abbas Araghchi, representará o país no evento, que acontece no Brasil.
- Araghchi busca apoio contra os ataques aéreos de Israel e Estados Unidos.
- A delegação iraniana se hospedará no Hotel Windsor, na Barra da Tijuca, com a reserva de 70 quartos.
- O governo brasileiro, liderado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, planeja reuniões bilaterais para fortalecer laços com outros países do Brics.
O Brics enfrenta uma cúpula esvaziada, com a ausência de líderes importantes, incluindo o presidente do Irã, Masoud Pezeshkian. O chanceler iraniano, Abbas Araghchi, representará o país no evento, que ocorre no Brasil. Araghchi deve chegar ao Rio de Janeiro neste sábado, dia 5, e sua participação é vista como uma oportunidade para o Irã buscar apoio contra os ataques aéreos de Israel e Estados Unidos.
A ausência de Pezeshkian foi considerada justificável pelo governo iraniano, devido ao recente confronto com Israel. Inicialmente, sua presença estava confirmada, mas a situação mudou nas últimas horas. A delegação iraniana se instalará no Hotel Windsor, na Barra da Tijuca, onde já há preparativos em andamento, incluindo a reserva de 70 quartos.
Os negociadores iranianos pressionam por um apoio mais robusto dos demais membros do Brics na Declaração de Líderes. No entanto, enfrentam resistência de países como Índia, Egito, Etiópia, Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos, que mantêm relações mais próximas com Washington e Tel-Aviv. A situação é delicada, pois a reabertura do espaço aéreo iraniano é uma questão crítica, especialmente após os bombardeios que danificaram o sistema de radares da aviação civil.
O governo brasileiro, liderado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, tentará contornar a cúpula esvaziada com reuniões bilaterais. Lula deve se encontrar com líderes da Etiópia, Nigéria, Vietnã, China e Cuba, buscando fortalecer laços e discutir questões relevantes para a cooperação entre os países do Brics.
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